O tema da saúde, apesar de ser um dos mais antigos a ser explorado pela astrologia, é atualmente um dos mais evitados por conta das questões éticas envolvidas e da complexidade que a interpretação com essa finalidade exige. Para compreender melhor esse cenário, é preciso olhar para o que fundamenta esse tipo de leitura, e entender profundamente para o que ela se presta, em que se alicerça, quais os limites dessa ferramenta, abarcando aspectos históricos e filosóficos.
As Raízes Históricas: Da Babilônia à Universidade
Houve um tempo em que não se fazia medicina sem astrologia, essa relação é inclusive percebida na medicina hipocrática. Apesar de não haver consenso entre os historiadores que a célebre frase “O médico sem conhecimento da astrologia não tem direito de chamar-se médico” seja efetivamente de Hipócrates, o pai da medicina ocidental, é inegável que em sua prática ele utilizava conceitos como a teoria dos quatro elementos. Ele os associava a quatro humores, que eram fluidos vitais com qualidades específicas, produzidos ou concentrados em determinados órgãos, e que, quando em desequilíbrio, os adoecia. Séculos mais tarde, Galeno ampliou esse conceito, associando esses humores a traços de comportamento, dando origem à teoria dos quatro temperamentos.
Se caminharmos ainda mais para trás, vamos localizar o conceito da Melothesia já presente na antiga Babilônia. Foram encontrados tabletes de argila em escrita cuneiforme em cidades como Uruk e Sippar que revelam os primeiros registros de astro-medicina do mundo.
Nesses textos babilônicos antigos, os médicos-sacerdotes já associavam diretamente certas constelações e estrelas a dores ou doenças em partes específicas do corpo. Eles acreditavam no princípio do microcosmo (o corpo) espelhando o macrocosmo (o universo). Paralelamente, o Antigo Egito desenvolveu seu próprio sistema ligando o céu ao corpo através dos decanatos (36 estrelas que dividiam o ano egípcio). Os egípcios atribuíam uma divindade estelar para proteger ou influenciar cada uma das 36 partes do corpo humano. Marcos Manilius (sec. I d.C.) foi o primeiro autor greco-romano a detalhar o conceito da Melothesia e, posteriormente, Ptolomeu refinou esse sistema incluindo os planetas e relacionando com os humores.
Posteriormente houve um notável desenvolvimento dessa matéria com a contribuição árabe, a tradução de muitos textos para o latim, e a institucionalização desse tema nas universidades. A astrologia médica era inclusive uma cadeira do curso superior em Universidades como Bolonha, Salamanca e Pádua.
A Virada Científica e o Modelo Mecanicista
Houve então uma profunda transformação epistemológica, com um novo modelo de conhecimento baseado na racionalização, matematização, na causalidade mecânica. Como o sistema astrológico opera por simbolismo, analogia, correspondência, começou a gradativamente perder força. A medicina, principalmente após a invenção do microscópio e a prática da dissecação anatômica, muda suas premissas, deixando de ser qualitativa e cosmológica, e tornando-se muito mais anatômica, fisiopatológica, laboratorial, baseada em evidências. A astronomia separou-se da astrologia, passou a ser considerada uma ciência, e a astrologia foi relegada ao campo do esoterismo e crenças populares.
Atualmente temos uma medicina altamente especialista e especializada, com métodos de diagnóstico muito avançados, oferecendo meios de tratamento bastante eficientes, mas que considera o organismo de maneira compartimentada, como a soma de órgãos e tecidos perdendo de vista a totalidade do indivíduo. Isso sem mencionar que ela descarta, em grande medida, outras dimensões humanas, como a esfera emocional e mental.
Limites Éticos e o Cenário Legal no Brasil
Fica claro, portanto, o motivo pelo qual a astrologia atualmente não é reconhecida como uma prática válida para discorrer sobre temas relacionados à saúde. São premissas muito divergentes da concepção adotada pela ciência atual. E, a partir disso, entende-se a extrema cautela que há de se ter ao utilizá-la para não ferir preceitos éticos.
O que já foi chamado de “Astrologia Médica” (e ainda assim o é em alguns países), no Brasil da atualidade deve ser tratado como o ramo da astrologia que estuda a saúde, evitando o termo “médica” uma vez que existem severas restrições legais para a utilização da terminologia para não induzir a população ao erro. Isso pode dificultar a prática mas não invalida sua eficiência e tampouco a contribuição que ela pode oferecer.
Para isso é fundamental que o praticante tenha muita clareza dos limites da sua atuação, tenha um sólido entendimento de suas premissas, e uma formação consistente não só nas técnicas astrológicas como em disciplinas correlatas ao tema. É desejável que ele tenha ao menos noções de anatomia, fisiologia, patologia, e esteja sempre se atualizando no assunto.
O estudo astrológico do corpo e das doenças deve ser entendido como um sistema completo em si, assim como o são a medicina tradicional chinesa e a ayurveda, que possuem sua cosmologia própria, correlações, conexões e correspondências específicas. Não se deve misturar sistemas, sob o risco de comprometê-los. Cada um deles precisa ser considerado na totalidade de suas regras e de suas premissas. Isso vale para a medicina convencional também. É um erro o praticante de astrologia querer equiparar essas duas vertentes, que como vimos partem de concepções diferentes. No máximo empresta-se termos para a facilitação do entendimento, deixando claro esse distanciamento.
A Visão Vitalista: O Corpo como Espelho da Alma
É preciso considerar ainda que a astrologia também sofreu modificações no decorrer de sua história. Em suas diversas fases, conceitos foram sendo incorporados e descartados de acordo com o pensamento vigente. Apesar deste ser um estudo antigo e persistente no tempo, ele aconteceu em diversos contextos diferentes: épocas históricas, regiões geográficas, visão de mundo e filosofia predominante muito distintas. O conhecimento foi se moldando às crenças e às descobertas de cada época. Além disso, cada astrólogo possuía seus interesses, suas pesquisas, seu grau de consciência, fazendo com que em uma mesma época houvesse visões divergentes.
Isso tudo precisa ser considerado no estudo relativo à saúde, pois o que se tinha como verdade há dois milênios é diferente do que se encontra no contexto atual. O fundamento precisa ser respeitado indiscutivelmente, mas há de se ter cuidado com conclusões que antes pareciam ser muito certeiras, e atualmente, com os recursos que se tem (tanto de diagnóstico quanto de tratamentos disponíveis) já não são tão assertivas.
Uma coisa é certa: para se utilizar com sucesso a astrologia para essa finalidade não podemos adotar uma visão mecanicista do corpo. Para seguir as regras astrológicas é preciso ter em mente que estamos tratando de um indivíduo integral, seguindo princípios vitalistas. Lidaremos com qualidades primárias, com força vital, com a visão de que o corpo é um microcosmo do Universo.
Nesse sentido, precisamos compreender que o corpo físico é a manifestação mais densa de um ser integral. Mente, emoções, fluxo de energia vital e corpo físico estão intimamente ligados, são indissolúveis enquanto estamos vivos, portanto o que age em uma esfera impacta nas demais. Um pensamento, gera uma emoção, que causa um bloqueio (ou uma sobrecarga) nos canais de distribuição de energia do corpo e necessariamente vão impactar no funcionamento dos órgãos. Ou seja, se uma força astral atua nos pensamentos, nos sentimentos ou na vontade de alguém, por consequência o corpo físico recebe esse impacto também.
Precisamos lembrar que segundo essa visão, o corpo é uma tela de projeção daquilo que se passa em nossos corpos mais sutis, e a doença nada mais é que um sinal evidente do desequilíbrio que não pôde ser resolvido em outras esferas e uma tentativa de restaurar a harmonia ao sistema.
Pelo que foi exposto anteriormente, fica compreendido que, obviamente, o astrólogo não deve fazer nenhum tipo de diagnóstico, nem dar prognósticos e tampouco sugerir tratamentos. Isso cabe exclusivamente aos profissionais de saúde que são respaldados legalmente para essa finalidade.
Aplicações Práticas: Onde a Astrologia Pode Contribuir?
Qual seria então o interesse em se utilizar dessa ferramenta?
São várias as possibilidades de se obter benefícios sem ultrapassar nenhum limite ético. Podemos começar considerando que a astrologia pode dar um retrato bastante fidedigno da configuração física e energética do indivíduo, e assim sugerir áreas e sistemas mais vulneráveis, o tipo de doença possivelmente mais recorrente, bem como o mecanismo de defesa do corpo, tendências e predisposições, aquilo que pode facilitar os caminhos de cura e o que pode dificultá-los. Adotando o princípio vitalista, vai indicar as dinâmicas internas do organismo, mostrando potenciais excessos de calor (ou de frio), de secura (ou umidade), de tensão ou relaxamento).
O mapa indica a característica única de cada indivíduo, oferecendo uma leitura simbólica do modo particular pelo qual ele vivencia desequilíbrios físicos e emocionais, bem como sua remissão. Isso é um grande diferencial com relação à medicina tradicional. Quem tem dois ou mais filhos, por exemplo, pode constatar que muitas vezes uma mesma virose se manifesta de maneiras distintas em cada um deles. Um tem uma febre muito alta, sintomas agudos, mas rapidamente se reestabelece. O outro não tem um pico de febre, mas fica prostrado, demora muito mais tempo para se recuperar, muitas vezes fica com muco ou tosse persistente depois. Trata-se do mesmo vírus, e normalmente do mesmo tratamento (uma vez que o médico receita a mesma coisa para os dois), mas cada um tem seu próprio mecanismo de adoecer e de se curar. O motivo pelo qual isso acontece fica claro através da análise de cada carta natal.
Quando se respeita a particularidade de cada indivíduo, compreende-se que nem sempre as indicações serão exatamente as mesmas. Para uns, sono é remédio, para outros é letargia. Alguns precisam de atividade física mais frequente e intensa, outros exaurem sua energia se tentarem ter o mesmo ritmo. Algumas pessoas precisam de doses altas e consistentes de remédios ou suplementos para obter benefícios, outras se intoxicam e tem efeitos colaterais com a mesma dose. O mapa astrológico natal individual pode ajudar imensamente nesse sentido.
Um outro benefício dessa ferramenta é mostrar a possível origem do desequilíbrio, pois nem sempre o problema se manifesta onde está localizada a causa. Frequentemente nos deparamos com questões de pele cuja origem é o intestino, intolerâncias alimentares, vermes. A pessoa passa anos tratando topicamente com corticoide sem desconfiar que uma alteração na dieta, ou tratamento parasitológico resolveria o problema. Existem correlações mais escondidas e sofisticadas, que em muitos casos o mapa pode mostrar: problemas cardíacos decorrentes de disfunção tireoidiana, pés inchados por questões nos rins, acne por desequilíbrio hormonal, entre outras muitas possibilidades.
Se alguém tem dor de cabeça e procura um atendimento médico convencional, receberá a prescrição de um analgésico, talvez de um anti-inflamatório e, somente se o atendimento for muito diferenciado, talvez saia com a indicação de procurar algum outro profissional para investigar uma possível causa. O praticante de astrologia que domine o tema da saúde, poderá através da carta natal desse indivíduo perceber se há indícios de essa dor de cabeça acontecer em decorrência de problema no fígado, no intestino, na visão, por desidratação, ou eventualmente uma cefaleia tensional; verificar-se-á qual a área que eventualmente mereça ser mais detidamente investigada. Assim, ele poderá orientar a pessoa a procurar ajuda especializada e isso pode encurtar bastante o caminho de sua melhora.
O ideal é que se trabalhe sempre em parceria com o médico ou profissional de saúde, nunca tentando sobrepujá-lo ou desautorizando-o. Atualmente existem alguns profissionais que dão abertura para esse tipo de conversa, que pode em muito beneficiar o paciente. O astrólogo deve deixar sempre muito explícito que a autoridade para falar da saúde do paciente é o médico e que ele pode ajudar somente a trazer certa luz para aspectos que podem estar sendo negligenciados.
Astrologia Preditiva e Eletiva: Cuidados Necessários
A astrologia pode ajudar também a antever certos ciclos que podem ser mais desafiadores para alguma fragilidade que a pessoa já possua, permitindo assim que se tenha uma postura proativa para lidar com a situação. Utilizando-se de técnicas preditivas como trânsitos, progressões, revolução solar, ciclos planetários, eclipses, sempre em conjunto e em referência à carta natal, podem-se delinear períodos em que seja interessante sugerir alguma ação para a pessoa, por exemplo que ela procure um dentista, ou outro especialista, comece práticas corporais, cuide especialmente da dieta, atente-se para sua imunidade, entre outras.
Aqui é necessário fazer uma ressalva sobre a maneira de se fazer isso, pois a ética não somente diz respeito ao que falar, mas também ao como colocar. De maneira nenhuma deve-se adotar um tom alarmista ou fatalista, uma vez que as tendências indicadas na carta, em sua maioria, possuem grande chance de não se tornarem efetivamente patologias.
Nesse sentido, nunca se deve fazer uma leitura para analisar os potenciais problemas de saúde de alguém. A lista seria imensa. Isso causaria pânico, e em pessoas mais sugestionáveis poderia servir de gatilho para ansiedade e muitas vezes até desencadear questões que de outra forma nem apareceriam. Sabemos que estados mentais e emocionais podem impactar profundamente a experiência subjetiva do adoecimento. O astrólogo precisa ter consciência daquilo que está incentivando e perceber que uma palavra mal colocada pode gerar um estrago de grande alcance.
Outra maneira de se utilizar esse conhecimento é a astrologia eletiva, que escolhe os melhores momentos para determinado evento. É preciso salientar que ela só deve ser utilizada para procedimentos que sejam efetivamente elegíveis, ou seja, que não exista nenhuma restrição médica ou orientação específica de um profissional envolvido na questão. Ela se presta perfeitamente para procedimentos estéticos, tratamentos dentários em que não haja urgência, inoculações, vacinas, exames e procedimentos de rotina, inclusive os mais invasivos. Entretanto, sempre a opinião médica deve prevalecer. Aqui também o astrólogo deve ter imensa cautela ao agir, porque além de haver limitações na disponibilidade das datas por diversas razões, muitas vezes ocorrem imprevistos como atrasos médicos, problemas de liberação do convênio, questões de infraestrutura hospitalar, e o momento sugerido não pode ser cumprido. Isso gera imensa ansiedade no indivíduo, que frequentemente fica pessimista e assustado. O astrólogo precisa ter ele próprio a noção de que nem tudo está sob seu controle, nem no do seu cliente, e que as coisas acontecem da maneira que tem que acontecer. A escolha do momento não é uma garantia de que tudo vai transcorrer bem, assim como fazer o procedimento em uma hora dita inadequada também não é um indicativo de que as coisas não vão dar certo.
A Conexão Psicossomática e o Autocuidado
Uma das maiores contribuições que a astrologia pode dar na esfera da saúde, é indicando possíveis relações com o campo psíquico. A interpretação de uma carta pode se dar em diversos níveis desde os traços mentais, passando pelo emocional, pela distribuição do fluxo vital até o funcionamento dos órgãos ou estado dos tecidos, e todos essas camadas estão interligadas. A astrologia lida com símbolos e um mesmo aspecto pode indicar algo que se passa em qualquer uma dessas instâncias, ou até mesmo em todas elas. Isso permite com que possamos localizar questões emocionais que estão no fundo de alguma patologia já manifestada no físico, e até mesmo indicar pessoas ou situações que estejam envolvidas direta ou indiretamente com o desequilíbrio. Ou seja, é possível auxiliar tentando trazer à luz aspectos negligenciados que podem estar associados à doença. Isso é muito útil por exemplo em estudos ligados à fertilidade, em que normalmente consegue-se ajudar mais evidenciando-se conflitos que estejam causando a dificuldade de engravidar do que simplesmente buscando encontrar períodos mais férteis.
Aqui vale a ressalva de que é extremamente necessário que se evite a qualquer custo o impulso de querer dar justificativas para a doença, ou tentar fazer correlações imediatas e rasas, o que não ajuda e muitas vezes piora o estado mental da pessoa. Jamais deve-se atribuir culpas a própria pessoa ou a alguém de suas relações pelas doenças que ela porventura apresente. Discursos prontos que ligam uma determinada emoção a uma condição física também não funcionam. Cada mapa é único. É preciso saber investigar todas as suas particularidades
Por fim, para além das considerações éticas que são comuns aos diversos ramos interpretativos da astrologia, é necessário que se redobre a atenção quando o tema é saúde, não somente pelas questões legais envolvidas, mas porque de fato um equívoco ou uma falta de habilidade na maneira de se expressar pode causar um dano irreparável. É muito sério isso, e uma interpretação equivocada pode acabar descredibilizando uma ferramenta que poderia contribuir em muitas circunstâncias.
Esse é um campo que pode ser explorado pelo praticante de astrologia para uso próprio, sem que necessariamente ele o utilize em seus atendimentos. Compreender os ciclos planetários em seu próprio corpo, observando as suas mudanças físicas e psíquicas ainda que sutis, tem um imenso valor. O movimento da Lua, por suas fases e trânsito nos signos, já pode trazer inúmeras revelações. Perceber padrões, tais como dias em que se está com mais sono, mais disposição, mais constipada, retendo mais líquido, cefaleias, tipo de sonho, de acordo com o posicionamento lunar, traz imensa clareza acerca das dinâmicas internas e pode colaborar para que se tenha uma rotina muito mais alinhada com o que o corpo pede. Isso por si só já contribui com a boa saúde.
O Protagonismo da Própria Saúde
Estamos em um momento em que apesar dos avanços indiscutíveis da medicina, paradoxalmente temos uma qualidade duvidosa de muitos profissionais, de formação questionável, fenômeno que também acontece com as terapias complementares em que muitos praticantes não são habilitados adequadamente. Nesse cenário é muito desejável que o indivíduo possa assumir um protagonismo no tocante a sua saúde, tendo discernimento suficiente para saber encontrar um profissional confiável, questioná-lo, ser capaz de saber como funciona seu corpo, aquilo que lhe faz bem, o que deve ser evitado, em que momento é preciso pedir ajuda. A astrologia é uma ferramenta poderosíssima nesse sentido, quando é conduzida com seriedade.
Para aqueles que se interessam pelo tema, e até mesmo já o praticam, considero importante finalizar com uma ressalva: precisamos reconhecer com humildade que não teremos todas as respostas, e que existem caminhos que nos são desconhecidos, pois existe um mistério maior que está além das técnicas. Nunca podemos assegurar o desfecho de uma doença, por mais indícios que possa haver em uma determinada direção. É tolice e irresponsabilidade tentar dar vereditos certeiros, ter precisão milimétrica. Essa é uma armadilha que muitos caem, seja na tentativa de corresponder aos anseios do consulente, de se autoafirmar, ou de mostrar competência. É importante deixar a vaidade de lado e com lucidez e franqueza admitir os limites. Sempre há espaço para o imponderável.
por Cecilia de Toledo F Leite, engenheira civil formada pela USP, com formação livre em naturopatia, Hatha Yoga, fitoterapia. Astróloga com especialização em Astrologia Psicológica pelo CEAP e certificação em Medical Astrology por Judith Hill. Autora de três livros: A Lua, as Deusas e Você, Saúde através da Astrologia e Os Quatro Livros da Lua, todos publicados pela Ogma Books. Professora da Escola Regulus de Astrologia.
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