CNA Central Nacional de Astrologia | Hub > Conteúdo > Pesquisa > Estudos https://cnastrologia.org.br Unindo céus e terras e compartilhando saberes Wed, 25 Feb 2026 13:11:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://cnastrologia.org.br/wp-content/uploads/2024/11/cropped-favi-32x32.jpg CNA Central Nacional de Astrologia | Hub > Conteúdo > Pesquisa > Estudos https://cnastrologia.org.br 32 32 Astrologia Psicológica: Uma Jornada de Autoconhecimento – por Márcia Ferreira https://cnastrologia.org.br/astrologia-psicologica-uma-jornada-de-autoconhecimento-por-marcia-ferreira/ https://cnastrologia.org.br/astrologia-psicologica-uma-jornada-de-autoconhecimento-por-marcia-ferreira/#comments Wed, 25 Feb 2026 13:11:38 +0000 https://cnastrologia.org.br/?p=10969 Introdução: Um Convite à Jornada Interior

 

Dentre as várias vertentes que existem na astrologia, a linha que apresentamos é a da Astrologia Psicológica, a qual se concentra na psicodinâmica interna do indivíduo na interpretação de um mapa. Visa ajudar as pessoas a compreenderem sua própria composição psicológica e como estas estão demonstradas pelo alinhamento entre o micro e o macro-cosmos. Somente quando integramos nossas diferentes partes é que nos tornamos “senhores em nossa própria casa”, ou seja, em nossas vidas.

A Astrologia Psicológica não é apenas um sistema de conhecimento, mas um convite à transformação. Ao embarcar nesta jornada, você não está apenas aprendendo sobre símbolos e técnicas, mas sim se engajando em um processo profundo de autoconhecimento e desenvolvimento, e de retorno à sua essência. É o que sempre repetimos por aqui: A astrologia nos ajuda a compreender quem podemos nos tornar”.

A Astrologia Psicológica não busca prioritariamente prever eventos externos ou determinar o destino, apesar de também utilizar previsões comumente. Ao invés disso, ela oferece um mapa simbólico da sua psique, uma ferramenta poderosa para compreender suas motivações profundas, potenciais inatos, desafios de desenvolvimento e de fases de vida.

Integramos o rigor da tradição e técnica astrológica com os insights profundos da psicologia junguiana e da psicanálise, criando uma abordagem que honra tanto a sabedoria ancestral quanto o conhecimento contemporâneo sobre a psique humana.

 

O Mapa e a Jornada

O mapa natal não é o território em si, mas uma representação simbólica que pode orientar sua exploração. Como qualquer mapa, ele mostra características do terreno, possíveis caminhos e pontos de referência, mas não determina como você escolherá navegar por ele.

Portanto, o mapa natal revela padrões psíquicos com os quais você nasceu, mas como você escolhe expressar e desenvolver essas energias permanece no reino do livre-arbítrio e da conscientização.

Como Jung observou: “Até tornarmos o inconsciente consciente, ele dirigirá nossas vidas e nós o chamaremos de destino.”

A Astrologia Psicológica oferece uma linguagem para tornar consciente o que antes era inconsciente, transformando “destino” em uma melhor escolha consciente.

Astrologia Psicológica – Breve Histórico

A Astrologia Psicológica nasceu da integração entre a tradição astrológica milenar e os avanços da psicologia profunda, particularmente os trabalhos de Dane Rudhyar e de Carl Gustav Jung, mas também estabelece interfaces com outras visões, como as da Psicanálise, Mitologia e de outros saberes.  Com essa inclinação psicológica, visa o auto-conhecimento e a obtenção de insights, e faz eco com a astrologia que foi praticada pessoalmente por Jung, um dos pioneiros da astrologia profunda.

Liz Greene é a maior referência na Astrologia Psicológica no mundo contemporâneo, e recentemente escreveu o livro “Jung, o Astrólogo”, com tradução para o português de Márcia Ferreira. Neste levantamento histórico, ela teve acesso aos arquivos pessoais de Jung, obtidos com a permissão dos descendentes de sua família. Nestes arquivos particulares fica comprovado o seu grande interesse por astrologia: foram encontrados declarações publicadas, cartas e materiais sobre astrologia, e também várias encomendas que ele próprio fez de mapas de várias pessoas para diversos astrólogos da época, assim como encomendas de seu próprio mapa, e de mapas que ele mesmo delineava, e isso tudo em diferentes épocas de sua vida. Greene nos mostra o quanto o comprometimento de Jung com a astrologia foi duradouro e o quanto contribuiu como base para a construção de sua própria teoria psicológica.

O resultado é uma disciplina que utiliza o mapa natal não como um oráculo para prever o futuro, mas como um mapa simbólico da psique, revelando potenciais, desafios e caminhos de desenvolvimento pessoal.

Por exemplo, não dizemos que “Marte causa agressividade” como um raio advindo do céu, ou que “Vênus determina como você ama”. Em vez disso, entendemos que esses planetas representam funções psicológicas e arquétipos universais que se manifestam de maneiras únicas em cada indivíduo, de acordo com sua posição no mapa natal e suas relações com outros elementos.

Jung descobriu que certos símbolos e padrões aparecem consistentemente nos sonhos, mitos e expressões artísticas de diferentes culturas ao redor do mundo. Chamou esses padrões de “arquétipos”, ou seja, imagens primordiais que habitam o que ele denominou de “inconsciente coletivo”, e reconheceu que os símbolos astrológicos representam esses mesmos arquétipos universais, como símbolos de tais processos arquetípicos originados no inconsciente coletivo. Segundo ele, o simbolismo dos signos, dos planetas e das constelações confunde-se com a própria origem da humanidade. Civilizações distintas, ao longo do tempo, sempre reconheceram esses padrões simbólicos e estabeleceram relações entre os movimentos celestes e os acontecimentos terrestres. Assim, essa linguagem arquetípica pode ser compreendida como um “pano de fundo” psíquico, que se manifesta de forma única em cada indivíduo, moldando o que ele denominou de Imagens Arquetípicas.

O Sol, a Lua, Vênus, Marte e outros corpos celestes não são apenas objetos físicos no espaço, mas também símbolos poderosos que ressoam com aspectos fundamentais da experiência humana.

Na Astrologia Psicológica, utilizamos a compreensão de que a astrologia não se trata de

influências planetárias, mas sim de afinidades, ou através do que Jung chamou de simpatia ou sumpatheia. Utilizamos esses símbolos, portanto, como uma linguagem para compreender a complexidade da psique.

E ainda, através de seus estudos mais tardios, Jung acrescentou o conceito de sincronicidade, onde existiria uma coincidência significativa entre os “eventos sincronísticos”, os quais não poderiam ser explicados pela lei da causalidade, pois esta não respeita as leis da probabilidade do acaso. Haveria portanto uma coerência arquetípica subjacente conectando os eventos, de outra forma desconectados, e essa concepção compunha a sua compreensão sobre o funcionamento da astrologia, isto é, a estrutura psíquica do indivíduo prestes a nascer estaria desta forma significantemente paralela às posições dos planetas no céu naquele momento. E é exatamente esta natureza dual do arquétipo que aparece no mapa astrológico fazendo a ponte entre o caráter interno e os eventos externos que refletem este caráter!

Finalizo então com as reflexões desses pensadores de diferentes épocas:

“O caráter do homem é o seu destino.” 

Heráclito

“Destino não é algo que acontece a nós, mas algo que se revela através da maneira como nos tornamos quem somos.”

Dane Rudhyar

 

Por Márcia Ferreira

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Conjunção Saturno e Netuno: 2026- Para onde vamos, quando o objetivo sumiu? https://cnastrologia.org.br/conjuncao-saturno-e-netuno-2026-para-onde-vamos-quando-o-objetivo-sumiu/ https://cnastrologia.org.br/conjuncao-saturno-e-netuno-2026-para-onde-vamos-quando-o-objetivo-sumiu/#respond Wed, 18 Feb 2026 13:13:49 +0000 https://cnastrologia.org.br/?p=10959 A conjunção de Saturno e Netuno é um dos ciclos mais significativos da astrologia, ocorrendo aproximadamente a cada 36 anos e sempre acompanhada de um turbilhão coletivo. Em 2025 e 2027, esses dois planetas se encontram novamente, marcando um ponto de virada: uma estrutura está derretendo para que algo novo possa emergir. Algo está se dissolvendo. Ainda não sabemos exatamente o quê.

Já ouviu falar em Tecno-Feudalismo? Para alguns, essa seria a próxima etapa pós-neoliberalismo, o modelo econômico que vivemos desde a privatização massiva de instituições públicas, iniciada após a queda do Muro de Berlim e consolidada com a crise de 2008. Para outros, estamos entrando em algo ainda mais inédito: um espaço onde categorias como “Estado”, “trabalho”, “poder” e até “realidade” estão sendo profundamente questionadas. De uma coisa temos certeza: estamos em um ponto de mutação histórica.

Antes do divã, vamos para o astrologuês:

Saturno representa as estruturas: bancos, governos, leis, disciplina e limites. Netuno representa o sonho, a política, o astral, a espiritualidade, a dissolução e o coletivo invisível. Quando esses dois planetas se encontram, ocorre um movimento profundo: aquilo que já não faz mais sentido é dissolvido (Netuno), enquanto um novo modelo de mundo começa a ser lentamente construído (Saturno).  Essa conjunção acontece em Áries, o primeiro signo do zodíaco, arquétipo da força, da ação, o empurrão para começar a vida. Isso indica que o ciclo Saturno–Netuno, de 2025 a 2061, terá um início quente, marcado por crises de identidade nacional e rupturas ideológicas. Algo novo quer nascer no inconsciente coletivo.

“O inconsciente é a política.” – Lacan

A primeira vez que escrevi sobre essa conjunção foi em 2023. Eu não fazia ideia de que, em 2026, estaríamos vivendo em um mundo onde criar vídeos perfeitos estaria ao alcance de um simples prompt. A polarização já ocorreu. Saturno e Netuno se encontram a zero grau de Áries, e desta vez sem retorno. Tudo aponta para um cenário em que a polarização não tem mais volta. A pergunta agora é outra: para onde vamos? E o que podemos fazer?

Quando faltam pontos em comum entre as pessoas, os símbolos, canais que colam as bases da sociedade (Saturno), começam a se dissolver. Por toda parte vemos uma guerra cultural, uma disputa pelas cores nacionais. E não estamos falando de futebol aqui. O lado que tende a prevalecer é aquele que conseguir agregar, juntar, diluir (netuniar) a cultura, a fé, inventando um novo normal. Ainda é muito cedo para opinar com certeza. Com Urano em Gêmeos e Plutão em Aquário revolucionando os meios de comunicação e os avanços tecnológicos na velocidade de um ciclone uraniano, ainda estamos dentro do liquidificador na velocidade 3X.

O novo normal só começará a se estabelecer de fato por volta de 2042, quando ocorrer a oposição entre Netuno e Saturno no eixo Touro–Escorpião.

O que podemos esperar desse novo ciclo?

Para responder, é preciso olhar para o passado. O conhecimento astrológico não surge do nada. Saturno e Netuno não se encontravam em Áries desde 1702–1703. Naquele período, diversos acontecimentos marcaram o início de uma nova ordem mundial:

  • o início da Guerra de Sucessão Espanhola, que redesenhou o poder na Europa;
  • a criação da cidade de São Petersburgo, marco da modernização do Estado russo;
  • rebeliões religiosas e levantes populares contra regimes opressores, como a Revolta dos Camisards;
  • a lenda dos 47 Rōnin no Japão, que cristalizou ideais de honra, sacrifício e valores eternos.

Esses eventos mostram como essa conjunção tende a provocar a quebra de estruturas antigas, o surgimento de novos poderes, revoltas contra injustiças e projetos ousados guiados por valores transcendentes. Os momentos mais marcantes desse ciclo ocorrerão entre 2025 e 2026, durante a conjunção, e entre 2042 e 2043, quando Saturno e Netuno formarão uma oposição no céu.

 

2025–2027: dissolvendo o velho, invocando o novo

A conjunção Saturno–Netuno acontece exatamente no grau 0 de Áries em fevereiro de 2026, mas seus efeitos já são sentidos em 2025. Netuno entra em Áries em março de 2025, Saturno em maio do mesmo ano, e ambos seguem juntos até a primavera de 2027. O último encontro entre esses dois gigantes foi em 1989, em capricórnio, e coincidiu com a queda do muro de Berlim e outros eventos históricos

 

Vale lembrar que a última passagem de Netuno por Áries, entre 1861 e 1875, coincidiu com um dos conflitos mais marcantes da história dos Estados Unidos: a Guerra Civil Americana, iniciada em abril de 1861. Foi um período de estremecimento político, redefinição da identidade nacional e luta por valores fundamentais, temas arianos ligados à liderança e ao conflito, fundidos a ideais profundos, tanto de combate à escravidão quanto espirituais.

Esse momento histórico exemplifica como o céu pode antecipar fases de dissolução de velhas estruturas (Netuno) e explosões de ação em nome de ideais (Áries). Um espelho poderoso do que vemos se desenrolar.

 

Como diz a astróloga Anna Maria Costa Ribeiro:

 

“Ultrapasse os robôs, multiplique-se. Netuno em Áries e Plutão em Aquário vêm aí.”

 

Esse período exige de nós:

  • coragem para abandonar velhas certezas;
  • visão para sonhar novas possibilidades;
  • coragem para sonhar e manter a esperança;
  • lutar pelos próprios ideais e pelo meio ambiente (Netuno);
  • estrutura para construir o que ainda não existe (Saturno).

 

O simbolismo de Saturno e Netuno em Áries

 

A última vez que Saturno transitou por Áries foi entre 1996 e 1998, uma fase marcada por transformações globais intensas. Nesse período, tensões relacionadas ao desarmamento do Iraque prepararam o terreno para conflitos futuros, culminando na Guerra do Iraque em 2003. Ao mesmo tempo, houve avanços importantes em controle de armas e direitos civis: o Acordo da Sexta-feira Santa, em 1998, encerrou décadas de conflito na Irlanda do Norte; nos Estados Unidos, foi implantado o sistema de checagem de antecedentes do FBI e aprovadas leis mais restritivas após tragédias domésticas.

Esses acontecimentos ilustram bem Saturno em Áries: impulsos de ação são canalizados pela necessidade de estruturar, disciplinar e regular. Foi um momento em que o mundo tentou transformar conflitos antigos em soluções institucionais duradouras. Quando Saturno encontra Netuno em Áries, surge uma mistura intensa entre a urgência do novo (fogo cardinal) e a tensão entre realidade e ideal.

O risco? Messianismos, guerras motivadas por crenças, utopias destrutivas. 

A potência? Tornar sonhos realidade. Agir em nome de um ideal coletivo com responsabilidade.

Encarnar uma nova liderança espiritual e social, baseada na ação e não apenas no discurso.

Tá, e daí?

Enquanto isso, acredito que, para nós astrólogos, o momento é de usar realmente a tecnologia a nosso favor: tornar a Astrologia mais pop e viral. O que não significa superficial. Significa criar novos pontos em comum e se diluir na nova cultura.

 

Texto por Vinícius Franco (ZodiacVini.com), astrólogo e analista junguiano

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Ver-se como Empresa: Astrologia como Ferramenta de Diagnóstico, Estratégia e Posicionamento Profissional – por Patrícia Ungarelli https://cnastrologia.org.br/ver-se-como-empresa-astrologia-como-ferramenta-de-diagnostico-estrategia-e-posicionamento-profissional-por-patricia-ungarelli/ https://cnastrologia.org.br/ver-se-como-empresa-astrologia-como-ferramenta-de-diagnostico-estrategia-e-posicionamento-profissional-por-patricia-ungarelli/#respond Thu, 12 Feb 2026 08:00:47 +0000 https://cnastrologia.org.br/?p=10937
  • Introdução

  • Astrologia além do mapa: uma ferramenta de decisão

    Durante séculos, a astrologia foi utilizada como instrumento de orientação estratégica por líderes, governantes e gestores. No entanto, ao longo do tempo, perdeu espaço no discurso institucional, sendo empurrada para o campo da crença ou da curiosidade. Hoje, vivemos um movimento inverso: a retomada da astrologia como ferramenta de diagnóstico, planejamento e tomada de decisão, especialmente no campo profissional e empresarial. Movimento particularmente sensível entre astrólogos recém-formados, que chegam ao mercado munidos de técnica, mas ainda inseguros quanto à aplicação prática, ao posicionamento profissional e à construção de uma atuação consistente.

    Este artigo propõe uma reflexão fundamental para astrólogos em diferentes momentos da carreira: você se vê como um negócio?

    1. O conceito de “ver-se como empresa”

    Astrologia aplicada à vida real e ao mercado

    Ver-se como empresa não significa mercantilizar a alma, mas assumir responsabilidade estratégica sobre a própria trajetória profissional.Esse é, talvez, o maior desafio dos novos astrólogos: sair do lugar de estudante — onde tudo ainda é permitido, testado e protegido — e entrar no lugar de profissional, onde escolhas geram consequências.

    Todo negócio nasce de quatro pilares fundamentais — e o mesmo vale para uma carreira astrológica:

    • realização de propósito
    • autonomia e independência
    • metas financeiras
    • aprendizado contínuo

    Quando esses pilares não são trabalhados conscientemente, o astrólogo tende a oscilar entre excesso de teoria, insegurança prática, medo de se expor ou dificuldade em cobrar pelo próprio trabalho. Esses pilares estão claramente refletidos no mapa natal quando olhamos para ele não apenas como cálculo matemático ou narrativa simbólica, mas como estrutura funcional de talentos, recursos e desafios.

     

    1. O mapa natal como diagnóstico estratégico

    O Triângulo da Individualidade como base do negócio pessoal

    Na Astrologia Empresarial, o mapa deixa de ser apenas descritivo e passa a ser operacional.

    Para o astrólogo em início de carreira, essa mudança de olhar é decisiva: não basta saber “descrever significados” ou “interpretar símbolos” — é preciso saber aplicar esse conhecimento em contextos reais, com pessoas reais e demandas concretas. Não é apenas descrever o que há no céu, mas é empenhar-se num esforço constante em relacionar o céu com a terra e vice-versa.

    O Triângulo da Individualidade (casas 1, 5 e 9) revela:

    • identidade profissional
    • capacidade de liderança
    • visão de futuro
    • posicionamento diante do mercado

    Quando esse triângulo não é reconhecido e ativado, o profissional tende a copiar modelos externos, repetir discursos prontos ou sentir que “ainda não está pronto” — mesmo após anos de estudo. Em vivemos o advento das “redes sociais”, armadilha perfeita para criar sistemas comparativos, jogar a autoestima no fundo do poço, promover cópias infinitas de feeds, de modelos prontos de marketeiros de plantão, sendo a maioria completamente ignorante das nossas reais necessidades profissionais, do nosso trabalho, da nossa profundidade de conhecimento.

    Quando está alinhado, o trabalho passa a ser extensão da identidade, e o astrólogo ganha autoridade natural, sem precisar provar nada.

     

    1. Sol, Lua e Ascendente: o tripé do posicionamento profissional

    Quem você é, o que te move e como você se apresenta

    No contexto empresarial — e na construção da carreira astrológica — esse tripé é fundamental:

    • Sol representa a essência, a missão e o propósito do negócio
    • Lua mostra o que sustenta emocionalmente essa missão, o que te motiva
    • Ascendente revela como essa combinação é percebida pelo mercado, como você atua e se comporta

    Entre astrólogos recém-formados, é comum observar um Sol potente, uma Lua insegura e um Ascendente ainda pouco integrado, gerando medo de se posicionar, dificuldade de comunicação e sensação de não pertencimento ao mercado.

    A pergunta-chave emerge:

    👉 Você está alimentando o seu Sol com aquilo que realmente te nutre — ou com expectativas herdadas, comparações e modelos idealizados de sucesso?

    Essa incoerência é uma das principais causas de desgaste profissional precoce.

     

    1. Mentalidade, materialidade e emoção nos negócios

    Os quatro triângulos de casas como mapa de gestão pessoal

    O mapa natal pode ser lido como um verdadeiro organograma estratégico, algo extremamente valioso para quem está começando e precisa estruturar rotina, atendimento, oferta e posicionamento.

    Os quatro triângulos revelam onde o profissional flui e onde trava:

    • Individualidade (1, 5, 9): liderança e protagonismo
    • Materialidade (2, 6, 10): recursos, rotina e carreira
    • Mentalidade (3, 7, 11): comunicação, parcerias e rede
    • Emoção (4, 8, 12): segurança emocional e vínculos inconscientes

    Sem essa leitura integrada, muitos astrólogos acabam presos a ciclos de entusiasmo inicial seguidos de frustração, abandono de projetos ou sensação de que “a astrologia não dá dinheiro”, quando na verdade o que falta é estratégia alinhada à própria natureza.

    1. Profissionalização do astrólogo

    Postura, posicionamento e responsabilidade

    A retomada do prestígio da astrologia não virá apenas por regulamentação, inserção no mundo acadêmico, mídia, mas por maturidade profissional.

    Isso inclui:

    • compreender o mercado sem perder a profundidade do conhecimento
    • comunicar valor com clareza
    • assumir responsabilidade pelas escolhas feitas
    • estruturar serviços coerentes com o próprio momento de carreira

    Para astrólogos em início de jornada, esse processo raramente acontece sozinho. Ele exige orientação, troca, supervisão e, principalmente, um espaço onde seja possível errar, ajustar e amadurecer com consciência.

    Entre as especializações astrológicas, temos uma que abrange essas necessidades profissionais, não apenas para nós mesmos, profissionais em Astrologia, mas qualquer outro em qualquer área. A Astrologia Empresarial não é “mapa para empresário”. É uma consultoria estratégica com base profunda nos fundamentos astrológicos, aplicada com ética, visão e método.

    1. Conclusão

    “Ser antes de Ter”. 

    No mundo dos negócios — e da astrologia — a realização não nasce do acúmulo, mas do alinhamento.

    Antes de perguntar quanto quero ganhar, é preciso perguntar:

    • Quem eu sou como profissional?
    • Que tipo de astrólogo estou me tornando?
    • Como quero ser percebido?
    • Estou vivendo meu próprio Sol ou tentando caber em expectativas alheias?

    Ver-se como empresa é, antes de tudo, um rito de passagem, assumir a responsabilidade de viver o próprio mapa com estratégia, consciência e maturidade.

    “Quando o astrólogo compreende o próprio mapa como estrutura do seu negócio, sua prática ganha direção, consistência e autoridade natural.”

     

    por Patricia Ungarelli

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    O lado escuro de Vênus – por Elizabeth Nakata https://cnastrologia.org.br/o-lado-escuro-de-venus-por-elizabeth-nakata/ https://cnastrologia.org.br/o-lado-escuro-de-venus-por-elizabeth-nakata/#comments Mon, 02 Feb 2026 13:00:58 +0000 https://cnastrologia.org.br/?p=10922 O lado escuro de Vênus

    por Elizabeth Nakata

     

    O planeta Vênus frequentemente é associado a beleza, refinamento, benefícios recebidos, senso estético apurado, diplomacia e conciliação. Rege dois signos do zodíaco, Touro e Libra. Em Touro mostra seu lado sensorial através do exercício de três sentidos – tato, olfato e paladar – buscando conforto nas escolhas. Em Libra mostra seu lado estético através dos dois sentidos restantes – visão e audição. Uma das funções principais de Vênus é a das escolhas, e é aqui que veremos seu lado negro se manifestando.

    O conceito de sombra e luz planetária nas interpretações astrológicas é bastante conhecido entre os astrólogos. Planetas e signos têm esses dois atributos que são mostrados como se fosse uma escala que começa na iluminação total e, gradativamente, vai esmaecendo até chegar ao escuro total. Em última instância podemos dizer que o escuro são os defeitos enquanto a luz são as qualidades. Nas análises facilmente identificamos e relacionamos planetas benéficos apenas com as qualidades edificantes e os planetas maléficos com os defeitos desprezíveis. Nos esquecemos que o conceito maniqueísta de bom e mau não se aplica a planetas, signos ou aspectos planetários. Talvez por esse vício associamos Vênus e Júpiter, por exemplo, a eventos e assuntos agradáveis, a prêmios e gratificações recebidos, mas, realinhando o foco analítico, encontraremos ambos como agentes de eventos não tão edificantes ou agradáveis. Nesse artigo serão mostradas algumas pistas para detectar o lado negro de Vênus.

    Como responsável pelas escolhas, o planeta Vênus será acionado todas as vezes em que nos deparamos com situações onde existe a necessidade de fazer uma opção. Escolhas significam tomar partido entre duas ou mais opções. Nesses momentos é como se estivéssemos trilhando um caminho único e, repentinamente, nos deparássemos com uma bifurcação onde precisaríamos escolher entre pegar o caminho da direita, o da esquerda ou simplesmente retornar sobre os próprios passos, desistindo de seguir em frente. Escolhas são feitas baseadas em nossa cartela emocional pois procuramos satisfazer desejos e, para tanto, usamos todo o conhecimento consciente e as motivações inconscientes para exercer o direito de escolha. Temos uma configuração de Vênus (escolhas), Lua (emoções e motivações inconscientes), Mercúrio (análise da situação, conhecimento prévio adquirido e método de ação), Sol (ego colocado em funcionamento que ordenará a ação) e Marte (ação propriamente dita). Esses são os planetas pessoais envolvidos em todo o processo venusiano de escolha.

    Relutamos em olhar para Vênus e associar com ações más, pois o que primeiro nos vêm à mente é amor, beleza, bom gosto, bons modos e equilíbrio. Uma das imagens usadas para o signo de Libra é a da Justiça, de olhos vendados com a balança na mão, indicando que as decisões dessa deusa não se pautam pelas aparências, pela visão (as aparências enganam). Se tirarmos um dos cinco sentidos, seremos mais justos em nossas escolhas? Com os olhos cobertos ficaremos à mercê da audição, e argumentos baseados em falácias poderão, sim, nos induzir a uma escolha injusta. Precisamos, portanto, estar de posse dos cinco sentidos venusianos para exercer o direito de escolha, seja ela focada no lado negro ou no claro.

    A escolha de Páris já nos mostra Vênus agindo com seu lado garota má. Éris, a deusa da discórdia, em vingança por não ter sido convidada para um casamento no Olimpo, surge no meio do banquete e joga uma maçã de ouro com a inscrição “para a mais bela”. A maçã rola e para entre Hera, Afrodite e Atena. Cada uma reclama para si o título de mais bela e pedem a Zeus que decida qual deve ser premiada. Ele não quer complicações pois Hera é sua esposa, Atena sua filha e Afrodite é a beleza personificada. Sabiamente chama Hermes e manda que ele acompanhe as três até Páris, um belo rapaz mortal, dando-lhe a incumbência de decidir. Páris, percebendo que escolhendo apenas uma incorreria na ira das outras duas, declina, mas Hermes avisa que é uma ordem a ser obedecida sem discussão. Hera informa que se escolhida lhe dará reinos e riquezas materiais. Atena oferece a vitória em todas as batalhas justas. Afrodite acena com o amor da mais bela mortal. Páris olha para as três e avalia as ofertas. Aceitar riquezas e um grande reino significa ter as outras duas unidas para tirar-lhe o poder. Aceitar a vitória nas batalhas significa ter as outras duas unidas guerreando eternamente contra ele. Pareceu que a escolha do amor da mais bela mortal seria inofensivo a si próprio, e decide por Afrodite. Ela sabia que a paixão e o desejo são capazes de cegar e induzir a uma escolha que, posteriormente, se mostrará inadequada, ou com consequências desastrosas. O final da história é bastante conhecido, quando ele se apaixona por Helena, a mulher mais bela dentre as mortais, casada com o rei Menelau e esse amor será o estopim para a guerra de Tróia.

    Quando olhamos o Mapa Natal, como detectar a Vênus funcionando no lado negro ou no oposto? Uma das dicas é a retrogradação. Vênus retrógrado indica que as escolhas da pessoa podem ser inadequadas, mas não necessariamente escolhas más. Uma vez que esse planeta tem como uma das funções primordiais decidir, quando em movimento retrógrado indica que a pessoa tende a optar por coisas, pessoas e situações que não lhe trarão bons resultados posteriores, ou que não são as corretas para si. A comida inadequada causa danos à saúde. O relacionamento inadequado traz frustrações. Outra dica é Vênus em signos de terra (Touro, Virgem e Capricórnio). Segundo Ptolomeu, em Touro está no domicílio noturno, e na triplicidade diurna nos três signos de terra. Em Virgem está em queda. A análise por signo diz como Vênus expressa o sentimento, mas quem agirá será Marte, de acordo com esse plano traçado previamente. Convém olhar se Vênus está em conjunção com estrela fixa. Olhar também as qualidades primitivas dos planetas e características dos signos. Ptolomeu diz que Vênus é quente (masculino) e úmido (feminino). Ibn Ezra, Lilly, Abu Ma’shar, Bonatti e Al Biruni dizem que Vênus é frio (feminino) e úmido (feminino). Quanto à posição em relação ao Sol, temos Vênus ocidental ou oriental, Lúcifer-Phosphorus-Estrela da Manhã ou Vésper-Hesperus-Estrela da Tarde.

    Podemos olhar para esses fatores descritos acima no Mapa Natal, mas sabemos que as análises não são feitas tirando de seu contexto planetas, signos e aspectos e elaborando teorias ou conclusões. O Mapa é um todo, e assim deve ser analisado.

    Voltando à mitologia, temos o relato da tragédia de Medeia onde os dois lados de Vênus estão bem mostrados. O rei Esão, pai de Jasão, teve o trono da Tessália usurpado pelo irmão Pélias. Jasão cresce e decide reaver o trono que era seu por direito. Quando Jasão reivindica-o, recebe a missão de ir até a Cólquida, onde está o velocino de ouro, e retornar com ele para retomar o trono. Eetes é o rei da Cólquida e tem uma filha, Medeia. Como não tinha intenção de entregar o velocino, dá algumas missões impossíveis para Jasão realizar, a fim de recuperar o tosão de ouro. Medeia sabe das intenções do pai, mas apaixona-se por Jasão e resolve ajudá-lo. Mesmo vencendo todas as provas, Medeia sabe que o pai não pretende deixar Jasão partir com o velocino. Pegam o velocino e fogem, mas Medeia rapta o irmão mais novo, levando-o na Argos. Aqui começa a se mostrar a face escura de Vênus, pois ao começar a perseguição dos soldados de Eetes em seus barcos ela mata o irmão e esquarteja-o, lançando os pedaços ao mar. Os barcos dos soldados se dispersam, na captura de todos os pedaços do corpo, para levá-los de volta ao rei, que os juntaria para poder enterrá-lo de acordo com o costume real. Com isso a Argos se adianta, ganha tempo e chega ao destino em segurança.

    Retornam a Tessália e Pélias recusa-se a devolver o trono. Medeia usa suas artimanhas, enganando as filhas do rei, dizendo que deveriam matar e esquartejar a pessoa que queriam ver rejuvenescida, entregando os pedaços a ela que faria a mágica. As moças matam o pai e, ao perceberem que foram enganadas, se suicidam.

    Jasão e Medeia tiveram filhos, e foram morar em Corinto. Lá, o rei Creonte resolve casar sua filha Creusa com Jasão. Para tanto, Jasão repudia Medeia e os filhos. Antes de sair da cidade, Medeia envia um vestido e joias enfeitiçados para Creusa. Ao usá-los seu corpo começa a queimar. O pai tenta salvá-la e também é incendiado. Medeia completa sua vingança contra Jasão matando os filhos que tivera com ele. O que era amor e devoção ao amado, a Vênus iluminada, cede a vez ao amor traído, magoado e enraivecido, a Vênus sombra. Afeição e ódio são as duas faces da mesma moeda chamada amor. A paixão existe nas duas faces, ama-se e odeia-se apaixonadamente.

    No dia 19 de maio de 2012, em São Paulo, Brasil, ocorreu um assassinato que ficou conhecido como o caso Yoki. O empresário Marcos Kitano Matsunaga, de 42 anos, foi morto por sua mulher, Elize Araújo Kitano Matsunaga, de 30 anos, que ele conhecera quando ela se prostituía e estavam casados desde outubro de 2009. Tiveram uma filha em 2011. Elize, que vivia um conto de fadas, saindo da prostituição e se casando com um empresário rico, descobre, no início de 2012, que estava sendo traída. Sua vida muda e, com receio de ser prejudicada financeiramente em um divórcio, planeja o assassinato. Ela confessou tê-lo matado com um tiro de pistola na cabeça, e em seguida esquartejou o corpo, limpou a cena do crime, colocou os pedaços do corpo em uma mala e foi se desfazendo deles em locais diferentes.

    As semelhanças entre esse assassinato e a história de Medeia são muitas. O crime por amor, a traição, filhos sacrificados pelos atos da mãe, o esquartejamento, os pedaços do corpo sendo lançados em locais diferentes (na tragédia para ganhar tempo, e na vida real para despistar a polícia e também ganhar tempo).

    Elize Matsunaga nasceu em 29 de novembro de 1981, às 15:30h, em Chopinzinho, PR, Brasil. Tem Vênus ocidental em Capricórnio (frio e seco), signo que faz contas no relacionamento. Está no domicílio e termos de Saturno, face do Sol, em conjunção com Deneb Okab, da natureza de Marte e Júpiter, indicando figura de autoridade com capacidade para tomar decisões. Predominância de Fogo e Cardinal que confere iniciativa e entusiasmo. Marte em Virgem que executa com método, assepsia e precisão. Vênus é vespertina, Hesperus, feminina.

    Outro crime famoso foi o caso Fritzl, quando Josef Fritzl construiu alguns cômodos no porão de sua casa, raptou a própria filha de 11 anos e trancou-a lá, mantendo uma relação incestuosa. O caso chocou o mundo e tem semelhanças com o mito do rapto de Perséfone por Hades. Os dados de nascimento dele, 09 de abril de 1925, em Amstetten-AUS. Também tem Vênus ocidental, vespertina em Touro (frio e seco), nos termos de Júpiter e face de Saturno.

    Vênus tem, portanto, seu lado escuro, menina má. Quando na zona iluminada ela ama, mas se algum evento a empurra para o lado sombra, ela machuca e mata.

    por Elizabeth Nakata – Astróloga brasileira, jornalista, professora, consultora e palestrante – www.elizabethnakata.com


    (
    Artigo publicado originalmente em inglês no boletim da NCGR em 2013)

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    Perspectivas astrológicas para o ano de 2026 – por Denise Boschetti https://cnastrologia.org.br/perspectivas-astrologicas-para-o-ano-de-2026-por-denise-boschetti/ https://cnastrologia.org.br/perspectivas-astrologicas-para-o-ano-de-2026-por-denise-boschetti/#respond Tue, 27 Jan 2026 18:27:58 +0000 https://cnastrologia.org.br/?p=10896 Perspectivas astrológicas para o ano de 2026

    por Denise Boschetti

     

    Para analisar as tendências do ano eu utilizo 3 mapas: o do Periélio (momento em que a Terra está mais próxima do Sol) do dia 3/1/2026 nosso planeta atinge maior velocidade orbital por segundo. O mapa da Lua nova em Aquário (17/2/2026), que marca também o início do ano novo chinês e o mapa do Equinócio de Áries (20/3/2026). Esses 3 mapas mostram as perspectivas do ano.

    Periélio – 03/01/2026

    No mapa do PeriélioSaturno e Netuno estão na Casa 11 indicando que o poder legislativo ainda encontrará dificultadores, impedimentos e confusões geradas por desinformação e notícias falsas, que continuam confundindo a sociedade e todos os envolvidos, mas também haverá capacidade de empregar as leis necessárias, pois Saturno e Netuno estão em trígono com Júpiter.

    O Sol, Vênus e Marte no MC e Plutão na Casa 9 também favorecem a justiça, o STF, para aplicar leis em defesa da soberania nacional e para reorganização da segurança pública, de modo a melhorar as defesas do país. Provável mudança ou criação de um Ministério específico para segurança pública, que hoje está vinculado ao Ministério da Justiça.

    Além disso, é muito favorável para o comércio exterior, abertura de novos mercados, reativação de parcerias comerciais e até acordos favoráveis com os EUA, pois há um stellium incluindo Vênus na Casa 9.

    Favorece também o turismo interno e a Educação, pois Júpiter e Lua estão em Câncer na Casa 3 e o Sol em conjunção com Vênus na Casa 9, o que pode representar políticas educacionais que serão favoráveis tanto para a Educação básica quanto superior.

    Lua Nova em Aquário em 17/02/2026

    O mapa da Lua nova em Aquário, além da lunação há um stellium na Casa 11, novamente um movimento no poder Legislativo, muitas competições, disputas mas é uma posição  favorável para impulsionar os projetos futuros do país e é provável que o Legislativo esteja muito atuante e tomando posições firmes em defesa da soberania nacional e da Constituição.

    Urano na Casa 2 em sextil com a conjunção Saturno – Netuno e em quadratura com Lua e Sol é indicativo de reformas econômicas, que ainda vão causar atritos, discordâncias, mas que são favoráveis para a reindustrialização, para a recuperação e organização industrial, tão necessária,  do Brasil.

    Essa Lua nova cai no ASC do mapa da Independência, o que é prenúncio de muitas transformações no país, na disposição da sociedade de se mobilizar e reformulação de muitos conceitos e inovações que beneficiem o país como um todo.

    Equinócio – 20/03/2026

    E finalmente o mapa do Equinócio de Áries, que tem o Sol e Marte em conjunção com o MC, o que parece favorecer e dar sustentação aos projetos do Executivo e também é provável uma organização ativa dos militares em defesa do país e favorável ao governo ou maior investimento e preparo dos profissionais d que atuam na Segurança pública.

    Marte trígono com Júpiter poderá indicar a melhor formação educacional e profissional de novos aspirantes à carreira militar e melhoria na estrutura da Polícia Federal. Como Saturno também está em conjunção com o Sol pode indicar certo pessimismo, cansaço pelos dificultadores que se apresentarem, nesse primeiro trimestre, mas como Marte se aproxima do MC haverá forte impulsionamento e agilização de muitas ações e projetos governamentais.

    Júpiter na Casa 2 em trígono com Mercúrio é muito favorável para restauração da economia e aumento das atividades comerciais. Saturno em conjunção com Netuno no início de Áries em conjunção com Plutão natal do mapa da Independência continua provocando conflitos econômicos por diferentes interesses, visões políticas e também  religiosas.

    Além da conjunção Saturno e Netuno, que é a influência mais marcante do ano, ocorrerão 2 grandes conjunções em Áries: Marte e Saturno e Marte e Netuno, ambas em Abril de 2026, o que é fator tensionante, clima de expectativa de conflitos, que requeiram enfrentamento militar.  Também pode trazer revoltas, problemas com as relações exteriores e também podem ocorrer fortes secas. Brasil precisará organizar suas defesas de território e redobrar atenção nas questões ambientais.

    As outras grandes conjunções: 

    Marte e Plutão em Janeiro, no signo de Aquário tende a trazer revelações bombásticas, provavelmente sobre o crime organizado e a ligação com políticos; revelação de trabalho escravo, racismo e corrupção, pois acontece na Casa 12 do mapa da independência. 

    Marte e Urano em Julho no signo de Gêmeos ocorre na Casa 4 do Brasil podendo causar  problemas ambientais, que afetem a agricultura, ventanias, ciclones, talvez sentirmos os impactos de terremotos em países vizinhos. Também tende a ativar a oposição política, trazendo preocupações com violência e também rupturas.

    Marte e Júpiter em Novembro no signo de Leão afeta Casa 7/8 do país e pode perturbar as finanças, calor intenso, espalhar doenças contagiosas, incêndios, greves e escândalos religiosos

    Essas grandes conjunções têm efeito por um período de 2 anos e nesse ano, caem em signos de fogo e ar e tendem a acentuar os problemas climáticos e ambientais, trazendo muito movimento e inovações em 2026, mas também conflitos por território e mortandade.

    Ao longo do ano, a cada Lua nova vamos observando se as perspectivas apresentadas no mapa do equinócio se confirmam.

    Os eclipses funcionam como disparadores de algum acontecimento. Em Março haverá um eclipse lunar a 13 graus de Virgem em conjunção com o Sol do Brasil, o que pode trazer perturbações internacionais, seja pelas intervenções dos EUA na América latina ou em assuntos  do Brasil.

    Ocorrerão 4 eclipses no ano:

    • 17 de fevereiro- eclipse solar em Aquário, 
    • 3 de março eclipse lunar em Virgem 
    • 12 de Agosto eclipse solar em Leão 
    • 28 de Agosto eclipse Lunar em Peixes

    As direções secundárias para o Brasil também mobilizam Sol, Marte, Mercúrio, Vênus, Urano e Netuno e o MC, confirmando as análises acima e indicando um ano de muito movimento e agilização de projetos e medidas necessárias para reconstrução do país.

     

     

    * por Denise Boschetti – Astróloga e Psicanalista. Atualmente é diretora financeira da CNA, para a gestão 2024-2027.

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    História, relevância cultural e o papel da CNA na astrologia https://cnastrologia.org.br/historia-relevancia-cultural-e-o-papel-da-cna-na-astrologia/ https://cnastrologia.org.br/historia-relevancia-cultural-e-o-papel-da-cna-na-astrologia/#respond Thu, 20 Nov 2025 17:17:12 +0000 https://cnastrologia.org.br/?p=10765 A astrologia acompanha a humanidade desde seus primeiros passos na compreensão do cosmos. Muito antes de ser vista como uma ferramenta espiritual, psicológica ou de autoconhecimento, ela nasceu da necessidade prática de observar os ciclos da natureza. Da Mesopotâmia aos smartphones, a astrologia transformou-se, expandiu-se e chegou ao Brasil com força cultural e histórica — uma trajetória na qual a CNA (Central Nacional de Astrologia) tornou-se peça-chave na organização, ética e profissionalização da área no país.

    Linha do Tempo da Astrologia no Mundo

    *• 4.000 a.C. — Mesopotâmia e Babilônia*
    O berço da astrologia. Sacerdotes observavam os movimentos celestes para prever eventos climáticos, estações e acontecimentos importantes da vida social e política.

    *• 3.000 a.C. — Egito Antigo*
    A astrologia aproxima-se da espiritualidade e da vida cotidiana, marcando festividades e rituais ligados ao calendário astronômico.

    *• Século IV a.C. — Grécia e Helenismo*
    A astrologia ganha bases matemáticas e filosóficas. Filósofos como Pitágoras e Ptolomeu organizam conceitos que moldam o que conhecemos hoje como astrologia natal e horoscópica.

    *• Império Romano*
    Imperadores mantêm astrólogos em seus círculos de poder. A prática se populariza entre o povo e se torna parte da vida pública e militar.

    *• Idade Média e Renascimento (séculos V a XV)*
    A astrologia convive com a ciência, sendo ensinada em universidades europeias como parte da medicina e das ciências naturais.

    *• Séculos XVIII–XIX — Declínio e Revolução Científica*
    Com a ascensão do racionalismo e da ciência moderna, a astrologia perde espaço institucional, mas permanece viva no imaginário popular.

    *• Século XX — Renascimento Moderno*
    Movimentos psicológicos, como a psicologia analítica de Carl Jung, resgatam a astrologia como ferramenta de autoconhecimento. Revistas, rádio e TV levam os horóscopos ao grande público.


    O Surgimento da Astrologia no Brasil

    A astrologia chegou ao Brasil ainda no período colonial, trazida pela influência europeia, mas só ganhou força popular a partir da década de *1920*, com jornais e revistas que começavam a publicar horóscopos.

    No século XX, especialmente entre as décadas de 1960 e 1980, o país viveu uma explosão cultural:

    * *A contracultura* fortaleceu a busca por espiritualidade, autoconhecimento e terapias holísticas.
    * A astrologia se tornou presença constante em jornais, rádios e programas de TV.
    * Escolas de astrologia começaram a se formar, reunindo estudiosos e pesquisadores.

     

    Principais Nomes da Astrologia no Brasil

    Entre astrólogos que marcaram trajetória histórica no país, destacam-se:

    * *Olavo de Carvalho* (antes da guinada política, foi referência reconhecida no estudo tradicional e helenístico).
    * *Claudia Lisboa*, professora e divulgadora amplamente reconhecida.
    * *Constantino Riemma*, um dos grandes autores e formadores contemporâneos.
    * *Maria Eugênia de Castro*, referência em formação e divulgação acadêmica da astrologia.
    * *Oscar Quiroga*, conhecido pelas colunas diárias de horóscopo.

    Esses e muitos outros nomes ajudaram a consolidar escolas, cursos, métodos e alcançar espaços na mídia e no público geral.

     

    A CNA – Central Nacional de Astrologia: O Marco Profissional

    A busca por regulamentação, ética e reconhecimento profissional na Astrologia brasileira é uma jornada que se estende desde a década de 1970. Após várias tentativas de unificação, a fundação da Central Nacional de Astrologia (CNA), em 19 de agosto de 2005, no Rio de Janeiro, representou o ponto de virada e a consolidação da área no país.

    A CNA nasceu da necessidade latente de uma entidade que representasse a Astrologia em âmbito nacional e que promovesse a união de astrólogos e estudantes, servindo como o marco da maturidade moderna da profissão.

    A Longa Trajetória de Organização

    A profissionalização da Astrologia começou a ganhar forma com o surgimento de associações e sindicatos regionais: a Associação Brasileira de Astrologia (ABA) em 1971, a Sociedade dos Astrólogos do Rio de Janeiro (SARJ) e o Sindicato de São Paulo (SAESP), ambos em 1980, e o Sindicato do Rio de Janeiro (SINARJ) em 1989.

    Contudo, esforços para criar uma estrutura verdadeiramente nacional esbarraram em dificuldades. Propostas como a Rede Nacional de Astrologia (RNA), no início dos anos 90, e a União Nacional de Astrólogos (UNA), em 2002, não conseguiram se concretizar. Encontros importantes, como os Fóruns de Astrologia de São Paulo (2001-2002), promovidos por Robson Papaleo, ajudaram a pavimentar o caminho ao promoverem debates cruciais para a área.

    O Papel Central da CNA

    O nascimento da CNA, durante o 7º Simpósio Nacional de Astrologia do SINARJ, foi um passo decisivo, reunindo representantes de diversas regiões e entidades. Embora a proposta inicial de ser um “Conselho Nacional de Astrologia” não tenha encontrado respaldo jurídico (devido à falta de reconhecimento legal da profissão), a CNA assumiu a missão de organizar, integrar e fortalecer o campo.

    Hoje, a Central Nacional de Astrologia se destaca por sua relevância histórica e atuação em cinco frentes cruciais:

    Ética e Profissionalização: Estabelece códigos de conduta e boas práticas, diferenciando o trabalho sério do amadorismo.

    Qualidade da Formação: Reconhece escolas e incentiva a formação sólida, alinhada a padrões de excelência.

    Representatividade Nacional: Garante que a voz dos astrólogos seja ouvida em eventos, debates e no cenário público.

    Valorização da Profissão: Luta por maior segurança jurídica e visibilidade, legitimando o astrólogo como um profissional especializado.

    Pesquisa e Atualização: Apoia congressos, publicações e o intercâmbio de conhecimento entre praticantes e pesquisadores.

    Com sua atuação contínua, a CNA consolida-se não apenas como uma associação, mas como a principal referência institucional para o exercício responsável e ético da Astrologia no Brasil.

     

    A Astrologia no Brasil Hoje

    * A astrologia tornou-se parte do cotidiano brasileiro, tanto no público geral quanto entre profissionais de psicologia, terapias integrativas, coaching e desenvolvimento pessoal.
    * Nas redes sociais e plataformas digitais, novos astrólogos e estudiosos ganham público expressivo.
    * Apps, podcasts e colunas digitais ampliaram o alcance da linguagem astrológica para milhões de brasileiros.
    * A CNA segue como referência central na orientação, regulamentação interna, união entre escolas e atualização da prática profissional.

     

    Conclusão

    Da Babilônia aos aplicativos de celular, a astrologia atravessou milênios reinventando-se, mas sempre carregando consigo o mesmo impulso humano primitivo: observar o céu para entender a vida.

    No Brasil, essa história se fortaleceu especialmente a partir do século XX, gerando uma comunidade vibrante de estudiosos, consultores e interessados. Nesse processo, a *CNA tornou-se o principal símbolo da formalização e evolução da astrologia profissional*, garantindo que a prática siga crescendo com responsabilidade, seriedade e qualidade.

    Seu papel ajuda a consolidar não apenas uma profissão, mas uma tradição cultural brasileira que une conhecimento ancestral, reflexão contemporânea e busca permanente por sentido.

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    Planetas, estrelas e flores que curam https://cnastrologia.org.br/planetas-estrelas-e-flores-que-curam/ https://cnastrologia.org.br/planetas-estrelas-e-flores-que-curam/#respond Mon, 03 Nov 2025 13:46:54 +0000 https://cnastrologia.org.br/?p=5802 Quem de nós nunca olhou para o céu e ficou pensando sobre os segredos escondidos nas estrelas?
    Quem de nós nunca se encantou diante da beleza de uma flor?
    Se considerarmos a máxima “assim na terra como no céu”, temos uma pista. Desde a mais remota antiguidade, a Astrologia com as suas estrelas e planetas junto com as flores fazem parte do nosso mundo.
    Muitas pessoas acreditam que a Astrologia se limita simplesmente a oferecer horóscopos de jornais para todas as pessoas indistintamente. Mas a Astrologia é muito mais do que isso: é também uma excelente ferramenta para o diagnóstico e entendimento das questões que envolvem a vida das pessoas. Neste caso, é uma forma de tratamento. Existe quem a denomine de Astrologia Terapêutica ou Astrologia Psicológica, ou ainda, como prefiro, Astroterapia, até porque uso a Terapia Floral neste processo.

    Tudo tem início com o Mapa Natal da pessoa, que é produzido pelo astrólogo. O Mapa Natal é tão individual quanto a impressão digital ou o código genético, porque mostra a estrutura e a dinâmica da psique de cada um de forma extremamente detalhada, funcionando como um ponto de referência objetivo que contrabalança a subjetividade do processo terapêutico, acelerando a fase de diagnóstico e ajudando a criar empatia com a visão de mundo do cliente.

    O Mapa Natal funciona como uma máquina do tempo dando um diagnóstico que permite ao terapeuta ter acesso aos eventos psicológicos que cobrem todo o período do nascimento até a morte. Por exemplo, podemos estudar os trânsitos de um cliente num determinado momento da sua vida e descobrir uma pista que nos leve a eventos traumáticos que podem ter ocorrido na infância, ou nos projetar ao futuro e apontar períodos onde o cliente estará mais propenso a se confrontar com novas crises. Tais projeções não só predizem uma crise generalizada, como também o tipo e a duração de uma crise específica. Portanto, um Mapa Natal ajuda o terapeuta tanto no diagnóstico como no prognóstico, pois além de mostrar a simbologia dos conflitos e complexos internos, ele também aponta as áreas e épocas de um provável crescimento.

    Utilizo o Mapa Natal como uma ferramenta para ter um diagnóstico, porém não o interpreto quando estou fazendo um atendimento terapêutico. Se a pessoa desejar, poderemos fazê-lo num outro momento. Contudo, ele acelera enormemente a fase do diagnóstico da terapia e me ajuda a criar maior e mais rápida empatia com a visão de mundo do meu cliente – isto é, com o seu mito pessoal.
    É chegada a hora das flores participarem do processo de cura…

     

    Somando o amoroso auxílio das flores

    Com a ajuda das Essências Florais, o processo se torna mais fácil, rápido e efetivo, porque elas são capazes de tocar todos os aspectos da experiência humana através da alma, acessando o que nos move. Como a flor na planta, a alma humana expressa a riqueza da experiência; dá cor, textura e sentimento. É a incursão na dor, na vulnerabilidade e na entrega, é a profundidade da experiência, a expansão da consciência.

    As Essências Florais potencializam, mas cada um deve ser responsável pela própria cura, inclusive permitindo se curar. Floral não é um processo mágico onde tomamos algumas gotas e estamos curados. Nem é panacéia para todos os males. Só um Terapeuta Floral com profundo conhecimento sobre as essências poderá avaliar e indicar o uso da Essência Floral em cada caso, que na Astroterapia é mostrado pelo evento astrológico, intensificando o trabalho e acelerando o processo terapêutico.

    Para facilitar a compreensão do funcionamento deste processo terapêutico a partir do Mapa Natal e utilizando Essências Florais, eis o relato de um caso: mulher, 68 anos na época em que iniciou a terapia, procurou-me porque estava com muitas dores devido ao reumatismo, artrite e ciática, com um quadro de pressão alta. A maior queixa era não conseguir mais fazer tricô, derrubava o que pegava, não tinha mais firmeza nas mãos e a ciática que dificultava o movimento das pernas. Vinha de uma severa linhagem de descendentes de alemães que fugiram para o Brasil na segunda guerra. Passou por muitas privações. Ao longo da vida foi a mediadora nas situações de tensão na família, na de origem e na que criou depois que casou. Controlava tudo, desde o que tinham de alimento até as economias, passando pelas emoções. O marido tinha falecido há 1 ano e morava com a única filha.

    Olho o mapa e vejo diante de mim uma capricorniana, Ascendente Peixes e Lua em Libra. Plutão quadrado Lua oposto Sol. A rigidez, o auto sacrifício, a agressividade encoberta, a culpa, o excesso de encargos assumidos ao longo da vida, fez tudo para ser reconhecida e amada. Enfim… estava tudo ali.

    Trabalhei com as essências do Bush Australiano, como a Little Flannel Flower para dar mais leveza, aprender a brincar, soltar a criança interior, a Sturt Desert Pea para deixar ir a mágoa profunda e a tristeza, Mountain Devil para a raiva e muitas outras essências, mas a Southern Cross e Dagger Hakea foram as grandes responsáveis pela mudança de postura e posterior liberação das dores. Ela iniciou o tratamento em novembro e em março do ano seguinte me disse que estava me preparando uma surpresa. Numa fria tarde do mês de maio, lá estava ela com um lindo casaco 7/8 todo em tricô com ponto irlandês, muito bem feito e por ela!!! Continuamos o trabalho durante 2 anos, sempre em sessões semanais, lidando e administrando cada uma de suas queixas. Depois da alta, volta e meia me visitava para, como ela mesma dizia “se exibir” com novas peças de tricô e reafirmar que nunca mais teve nenhuma das questões trabalhadas.

    É importante lembrar: cada caso é um caso, tem suas próprias implicações, resultando na forma e fórmula adequadas para aquele momento e para aquela pessoa em particular. E isto só pode ser observado a partir das estrelas e dos planetas (Mapa Natal), com o amoroso auxílio das flores (Essências Florais), trazendo a cura neste processo que denominamos Astroterapia.

     

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    Convocação de Assembléia Geral Ordinária | Maio 2025 https://cnastrologia.org.br/convocacao-de-assembleia-ordinaria-maio-2025/ https://cnastrologia.org.br/convocacao-de-assembleia-ordinaria-maio-2025/#respond Mon, 28 Apr 2025 13:15:49 +0000 https://cnastrologia.org.br/?p=10872 CNA – CENTRAL NACIONAL DE ASTROLOGIA
    CNPJ – MF 08.261.069º/0001-80

    CONVOCAÇÂO DE ASSEMBLEIA ORDINÁRIA – AGO

    Caro associado,

    Em conformidade com o Estatuto em Vigor da CNA, ficam convocados todos os sócios da CNA – Central Nacional de Astrologia quites com a Tesouraria (ativos) a participarem da Assembleia Geral Ordinária – AGO, em primeira convocação às 14h00 e em segunda convocação às 14h30, no dia 29 de maio de 2025, ao vivo, via videoconferência, com link enviado meia hora antes. Serão definidos presidente de mesa e secretário entre os presentes. 

    Serão tratados na Assembleia Geral Ordinária – AGO os assuntos abaixo:

    • Apresentação e aprovação das contas de 2024   
    • Assuntos gerais.


    São Paulo, 28 de abril de 2025.


    Gilseane Stefani
    Presidente da CNA 

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    Quando a alma quer a perfeição https://cnastrologia.org.br/quando-a-alma-quer-a-perfeicao/ https://cnastrologia.org.br/quando-a-alma-quer-a-perfeicao/#respond Thu, 19 Sep 2024 21:57:11 +0000 https://cnastrologia.org.br/?p=6288 No filme Cisne Negro (Darren Aronofsky, 2010) Nina (Natalie Portman) é uma gentil e delicada bailarina, muito comprometida com sua arte e tecnicamente perfeita. Ela participa de uma companhia de balé de Nova York que ensaia para apresentar O Lago dos Cisnes, de Tchaikovsky, e para adquirir o papel principal se vê sob extrema pressão. Acontece que Nina se encaixa perfeitamente na delicadeza do Cisne Branco, mas não nas qualidades de malícia e sensualidade do Cisne Negro, que são mais características de sua rival Lily (Mila Kunis). A pressão que Nina se coloca e também por seu instrutor para ser perfeita para o papel faz com ela perca noção da realidade, entre em um surto psicótico e comece a apresentar delírios e sinais de violência consigo e com os outros. Toda a pureza e delicadeza de antes dão espaço a uma perversa, perturbada, mas ainda assim perfeita, bailarina.

     

    Nina, no começo do filme é a personificação do signo de Virgem: pura, inocente, buscando a técnica perfeita. Mas que lhe falta alma, sentimento, emoção, o que ela irá resgatar da forma mais difícil. Na verdade, todas as característica do Cisne Negro sempre existiram dentro de Nina, mas para isso é preciso haver uma mutação e transformação de suas qualidades de Cisne Branco. Em outras palavras, por trás da fachada perfeita e pura que Nina se colocava antes existe seu oposto, seu lado mais destrutivo, imperfeito e impuro, mas que precisou ser resgatado para que ela não perdesse o principal papel de sua vida. Para os leitores mais conhecedores de astrologia podem associar essa energia muito com a de Escorpião, mas não é à toa que o símbolo de Virgem e Escorpião são muito parecidos, assim como os mitos associados aos signos  – como o de Perséfone, a delicada filha de Deméter que raptada por Hades acaba por se tornar sua esposa no submundo – estão muito presentes na narrativa do filme e, de certa forma, nesta Lunação.

     

    Ao observar o Mapa do momento de Lua Nova em Virgem, pode-se resgatar então todas as qualidades do signo descritas na figura de Nina, por exemplo. A dedicação, a técnica, o perfeccionismo, o aprimoramento daquilo que se presta a fazer. Mas que sombra isso oculta, o que vem atrelado a essa energia? Aí podemos ver o dispositor Mercúrio, domiciliado em Virgem, em conjunção separativa a Marte, oposição exata a Netuno e trígono a Plutão. Marte com Mercúrio já traz um clima de tensão no ar e o trígono com Plutão reforça a necessidade de ser o melhor possível naquilo que faz, de se esforçar ao máximo e alcançar os resultados que imagina. Mas até onde esse imaginário é real e saudável? Até que ponto se está cego ao que faz na realidade, e não importa o que faça nunca estará bom o suficiente, sempre precisará lutar por mais serviço, mais perfeição, mais detalhes para se atingir um patamar divino inalcançável. No filme, Nina viveu isso em seu treinamento para se tornar o Cisne Negro, criou imagens e situações em sua mente que a levaram a ser cada vez mais perfeita para o papel mas acabaram por afundá-la no mar de seu inconsciente, encontrando ali o conteúdo mais renegado que nada tinha a ver com com a imagem da Nina perfeita de antes.

    E então passamos para o momento da Lua Cheia, que acontece no signo de Áries e configura um T-Square entre Mercúrio (que passou para Libra) e Plutão (em Capricórnio), ponto focal do aspecto. O dispositor Marte também está em contato com Plutão (trígono), além de Saturno (quadratura) e Netuno (oposição) e uma conjunção exata a Vênus em Virgem. O aspecto de T-Square com ponto focal em Plutão parece o momento do nascimento do Cisne Negro na narrativa, o momento que Nina assume tal personagem e perde totalmente o controle de si e da realidade. A própria Lua em Áries e Marte em tensão com Saturno e Netuno traz uma volatilidade para o momento, uma energia de alguma forma pressionada, contida, incompreendida, uma grande névoa que faz tanta pressão que uma hora pode romper para a consciência e levar todo seu conteúdo.

     

    Mas como isso pode se aplicar na prática? Quem sabe não existe aí uma grande sombra pessoal e social prestes a eclodir neste ciclo Lunar? Algo que se tenta reprimir por ser “feio” e “imperfeito”, mas sempre esteve presente de alguma maneira, ou ainda adormecido. O lado inocente e puro de Virgem é importante para se analisar e servir da melhor maneira, mas sem entrar em contato com o que está por detrás dessa fachada, sempre estará insatisfeito. E aí que entra o signo entre Virgem e Escorpião, Libra, a balança, o signo em que estará o Sol e Mercúrio no momento da Lua Cheia. A própria Vênus em conjunção exata ao dispositor da Lua, Marte, mostra como trabalhar as relações pode ser um caminho importante para se entender esse outro lado da psique individual. Mesmo socialmente temos um cenário de pré-guerra, terrorismo, intolerâncias sociais muito condizentes com a oposição Júpiter-Urano, ativa durante praticamente todo este ciclo Lunar. E como observado na Lunação passada estamos sob efeitos de um forte Eclipse Solar que aconteceu no final de Leão e já teve seus impactos físicos e sociais no mundo no período próximo à última Lua Cheia. Sua energia segue numa crescente e atingirá o ponto alto na Lunação de Escorpião, em Novembro. Parece que agora o terreno está sendo preparado, que é o momento propício para se analisar e avaliar a situação que ocorrer para evitar maiores danos e perdas lá na frente e buscar ter muita diplomacia, saber trabalhar o equilíbrio das relações buscando também um equilíbrio da psique.

    Portanto, que área necessita agora um pouco mais de atenção e cuidado? Onde se pode aperfeiçoar? O setor que contém Virgem no Mapa traz todo essa bagagem, em que se pode viver sob a plástica do perfeito e da técnica, mas que por trás esconde um verdadeiro drama, um cenário em que poderá ser encenado o Baile dos Cisnes e ali deve saber viver sob a identidade do Cisne Branco, mas também identificar onde e quando surge o Cisne Negro. Começar a olhar para essa sombra é adquirir mais consciência de quem é e das novas possibilidades que ela pode trazer, podendo até servir para aperfeiçoar, mais verdadeiramente, o que for preciso. E tudo bem errar e tentar novamente. O que não dá certo é viver sob a ilusão da perfeição e ser algo que demanda muita energia. Viva mais o que funciona, e mesmo que haja pequenas falhas, encare como espaço e oportunidade para aprender e crescer.

     

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    CNA elege nova diretoria para triênio 2024-2027 https://cnastrologia.org.br/cna-elege-nova-diretoria-para-trienio-2024-2027/ https://cnastrologia.org.br/cna-elege-nova-diretoria-para-trienio-2024-2027/#respond Fri, 16 Aug 2024 16:11:57 +0000 https://cnastrologia.org.br/?p=10223 Gil Stefani assume como presidente, Cinira Palotta como vice-presidente, Denise Boschetti como diretora financeira, Álvaro Domingues como diretor secretário geral e Douglas Marnei assume como presidente do Conselho Fiscal

    A CNA Central Nacional de Astrologia elegeu no último dia 12 de julho de 2024, em Assembleia Geral Extraordinária e Assembleia Geral Eletiva o novo corpo diretivo para a Gestão 2024 – 2027. Gil Stefani assume como presidente, Cinira Palotta como vice-presidente, Denise Boschetti como diretora financeira, Álvaro Domingues como diretor secretário geral e Douglas Marnei assume como presidente do Conselho Fiscal

    “Nosso objetivo é ampliar cada vez mais o espaço da astrologia no Brasil, trazer mais documentação da história já escrita por muitos astrólogos e incentivar o crescimento da classe junto às escolas de astrologia existentes. Vamos apoiar nossos associados e buscar uma expressão mais relevante na imprensa”, afirma Gil Stefani, presidente da CNA para a gestão 2024-2027.

    Conheça a nova diretoria da CNA

    Gil Stefani,  presidente da CNA

    Astróloga há mais de 25 anos, Gil Stefani estudou em Londres na Faculty of Astrological Studies e é palestrante de eventos como Cirhttps://br.pinterest.com/mapaastralcomgilstefani/cuito da CNA e CINASTRO e é membro do ISAR, International Society for Astrological Research. Jornalista e empresária, Gil Stefani trabalhou por seis anos como diretora financeira e diretora de núcleo de comunicação em gestões anteriores da CNA, entre 2012 e 2018. Assumiu como presidente da CNA para a gestão 2024 e 2027. 

    Cinira Palotta, vice-presidente 

    Cinira A. Palotta é bióloga especialista em Cuidados Integrativos.  Atua como astróloga profissional desde 1986. Estudou com Adônis Saliba, Waldir Fucher, Hanna Optiz e Antônio Facciollo Neto. Em 1989 acrescentou aos atendimentos de astrologia indicação de terapia floral de Bach. É professora de yoga e meditação desde 1984. Foi diretora técnica do SAESP, Sindicato dos Astrólogos do Estado de São Paulo. Leciona astrologia desde 1991,  e em 2018 e 2019 foi professora do Instituto Paulista de Astrologia. Autora do livro – O que os astros me ensinaram sobre a vida, publicado em Portugal. É vice-presidente da CNA para a gestão 2024-2027.

    Denise Boschetti, diretora financeira

    Astróloga há 30 anos, estudou no Centro de Pesquisas Astrológicas Hermes até 1996 (Astrologia natal, Direções secundárias, Astrologia infantil e Sinastria) No início dos anos 2000 estudou Astrologia Mundial no Instituto Paulista de Astrologia (IPA). É graduada em Comunicação Social, trabalhou com Educação e Educomunicação até 2010. Desde 2018 passou a estudar Psicanálise, atividade que exerce desde final de 2022). Participou de Lives na CNA, foi integrante do Fórum de Astrologia Mundial em 2023 por alguns meses. Foi Coordenadora da Regional São Paulo da CNA entre 2022-2024, quando assumiu a Diretoria Financeira da CNA para gestão 2024-2027.

    Alvaro Domingues, diretor secretário geral

    Alvaro Domingues, é oraculista, atua há mais 30 anos com interpretação de sonhos, Tarot, Runas e Astrologia. Também é terapeuta holístico e trabalha com Reiii e Mesas Radiônicas. Criador do Tarot Psiônico de Ação Pulsada e do Tarot Simbólico, é analista corporal certificado pelo Corpo Explica. Escritor e poeta, autor do livro Sombras e Sonhos, que reúne contos de fantasia e ficção científica, cuja temática principal são os sonhos.

    Douglas Marnei, presidente do Conselho Fiscal

    Formado em Arquitetura e Urbanismo, é Astrólogo, pesquisador e estudioso da mitologia. Escritor do livro “O Anel do Nibelungo – O conflito entre o amor e o poder”, da editora Appris, Curitiba, 2017. Possui um canal no Youtube – Douglas Marnei – no qual desenvolve uma série chamada “As Estrelas e os Astros”, que fala de Hollywood, do Cinema Mudo e de grandes estrelas como Greta Garbo, Marlene Dietrich, Gloria Swanson, Vivien Leigh, Katharine Hepburn e Joan Crawford.

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