Diversos: até dezembro/2009 – CNA Central Nacional de Astrologia | Hub > Conteúdo > Pesquisa > Estudos https://cnastrologia.org.br Unindo céus e terras e compartilhando saberes Thu, 27 Jan 2011 14:51:47 +0000 pt-BR hourly 1 https://cnastrologia.org.br/wp-content/uploads/2024/11/cropped-favi-32x32.jpg Diversos: até dezembro/2009 – CNA Central Nacional de Astrologia | Hub > Conteúdo > Pesquisa > Estudos https://cnastrologia.org.br 32 32 Lua, Mercúrio, Vênus e Marte em Libra https://cnastrologia.org.br/lua-mercurio-venus-e-marte-em-libra/ Thu, 27 Jan 2011 14:51:47 +0000 https://cnastrologia.org.br/site/?p=1074 ampliar [+]

Em 1 de setembro próximo teremos a partir de 17h39min no Brasil litoral a Lua em conjunção com Mercúrio e Vênus e aplicando conjunção com Marte na constelação sideral de Virgem e no signo de Libra. Um excelente momento para as artes, as parcerias, associações, trocas amorosas e sentimentais.

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Lua, Mercúrio e Vênus em Aquário https://cnastrologia.org.br/lua-mercurio-e-venus-em-aquario-2/ Thu, 27 Jan 2011 14:50:55 +0000 https://cnastrologia.org.br/site/?p=1072

Pedro Mohr, estudante e pesquisador de Astrologia, foi o autor desta bela foto da conjunção da Lua, Mercúrio e Vênus no signo tropical de Aquário e constelação de Capricórnio na madrugada de 5 de março de 2008 em Capela, próximo a Montenegro RS. Netuno também encontra-se presente neste aglomerado na casa XII.

A conjunção marcou o Dia internacional da Mulher e também no Brasil O Supremo Tribunal Federal começou a julgar a ação de inconstitucionalidade tida como das mais polêmicas de sua história, pois confronta religião e ciência. Os ministros iniciaram decidir quando começa a vida humana e até que fase após a fecundação será permitido o uso de células-tronco embrionários em pesquisas científicas.

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Vênus e as eleições presidenciais nos Estados Unidos https://cnastrologia.org.br/venus-e-as-eleicoes-presidenciais-nos-estados-unidos/ Thu, 27 Jan 2011 14:50:02 +0000 https://cnastrologia.org.br/site/?p=1070 Nesta edição, apresentamos a tradução na íntegra do último número do informativo ‘Astrologia Visual’ , de autoria de uma das maiores estudiosas contemporâneas das estrelas: Bernadette Brady. Os que estiverem interessados em saber mais sobre a autora, sobre o programa para cálculos Starlight ou ainda em receber sua newsletter inteiramente grátis, cliquem aqui

Sob o brilho de Vênus – um panorama astrológico das eleições presidenciais dos EUA e sua auto-imposta ligação com Vênus

Bernadette Brady M.A.

Os sistemas políticos bipartidários modernos poderiam parecer estranhos aos olhos do sacerdote-astrólogo da Mesopotâmia. Eles não estranhavam, no entanto, a noção de rivais procurando derrubar o rei e, assim, poderiam considerar o sistema bipartidário como um reino dominado por duas famílias em guerra, cada uma reclamando diferentes níveis de poder em épocas diferentes. Mas nossos antigos antepassados da astrologia teriam esquentado essa luta política nos EUA porque, ao contrário de outros países, as eleições presidenciais americanas têm estado ligadas por lei involuntariamente ao sempre importante e poderoso ciclo de Vênus. Este é um conceito que eles teriam considerado bastante lógico, já que permite ao partido ou à facção que receba as bênçãos de Vênus para ganhar a regência do reino. Vênus era a única deidade feminina em sua visão de mundo, e o poder dela, que era considerável, era sua capacidade de conceder brilho a qualquer estrela ou planeta próximos. Se o rei recebesse essa bênção, ele estaria protegido e fortalecido. Se, no entanto, ela preferisse dar a bênção ao seu opositor, o rei seria derrubado.

A adoção do ciclo de Vênus nos EUA

Acontece que o mandato de presidente nos EUA foi fixado, pelos fundadores da nação, em quatro anos, de maneira que, a partir de 1792, as eleições presidenciais foram realizadas a cada quatro anos, ocorrendo sempre em um ano divisível por quatro. Na época, a data das eleições nos diferentes Estados podia variar, desde que ocorresse em um período máximo de 34 dias antes da primeira quarta-feira de dezembro [1]. À medida que o tempo foi passando, no entanto, e as comunicações entre os Estados aumentando, ficou claro que os candidatos tinham vantagem em alguns Estados por terem vencido, anteriormente, em outros. Foi em decorrência que, em 1845, foi decidido que as eleições presidenciais a cada quatro anos ocorreriam no mesmo dia em todo o país. A data marcada foi a primeira terça-feira de novembro, o que entrelaçou o evento ao interessante ciclo de Vênus [2].

A cada oito anos Vênus retorna ao mesmo ponto no céu. Veja os planetas na época do seu aniversário de oito anos e perceberá que Vênus está perto do mesmo grau do Zodíaco de quando você nasceu. O mesmo ocorre no seu 16º. aniversário, no 24º. e assim por diante. Este ciclo regular de Vênus, quando ligado às eleições presidenciais americanas a cada quatro anos, significa que a cada segunda eleição consecutiva Vênus estará no mesmo ponto do Zodíaco. Na verdade, de uma eleição para outra, Vênus simplesmente alterna dois pontos zodiacais, desde 1792. Estes dois pontos são os primeiros graus de Libra e os graus médios de Sagitário.

Acrescente-se a isso o fato de que as eleições estão presas a um calendário: elas ocorrem entre os dias 2 e 8 de novembro – , e por isso o Sol, em todas elas, está nos graus médios de Escorpião. Quando se combina esses dois ciclos: as eleições a cada quatro anos e uma data a cada quatro anos -, Vênus, em qualquer eleição, terá apenas um entre dois aspectos com o Sol: ou estará em Sagitário, com uma boa distância do Sol, podendo ser vista como uma brilhante estrela vespertina; ou em Libra, também com uma boa distância do Sol, e então sendo vista como uma brilhante estrela matutina.

Eleições com estrela matutina ou eleições com estrela vespertina

Para o astrólogo/sacerdote da corte mesopotâmica essas eleições estabelecidas segundo um calendário de quatro anos foram feitas sob encomenda para Vênus. Com o alinhamento perfeito entre as duas, eles teriam considerado que a ligação era intencional e afortunada, e levaria Vênus a ser a deidade a escolher o vencedor, lançando seus raios sobre planetas vizinhos que representassem o rei ou seus inimigos. Quanto mais brilhante estivesse, maiores as boas graças que ela concederia e, com o sistema eleitoral americano, Vênus brilha em todas as eleições e poderá e irá conceder sua força e imprimatur (aprovação) ao rei ou ao seu rival na corte. Assim, o astrólogo/sacerdote, refletindo sobre essa disputa, gostaria de saber se Vênus era, antes de tudo, uma estrela matutina ou vespertina, pois isso muda a natureza de suas graças e, em segundo lugar, investigar a quem ela concedeu poderes com seus raios.

Classificação das eleições

A seguir, as datas das eleições foram divididas em Eleições de estrela matutina, com Vênus nos primeiros graus de Libra, ou Eleições de estrela vespertina, com Vênus nos graus médios de Sagitário.

Eleições de estrela matutina – os vencedores Vênus nos primeiros graus de Libra Eleições de estrela vespertina – os vencedores Vênus nos graus médios de Sagitário
Franklin Pierce 2 Nov 1852 Zachary Taylor 7 Nov 1848
Abraham Lincoln (1o. mandato) 6 Nov 1860 James Buchanan 4 Nov 1856
Ulysses Grant  (1o. mandato) 3 Nov 1868 Abraham Lincoln (2o. mandato) 8 Nov 1864
R. Hayes 7 Nov 1876 Ulysses Grant  (2o. mandato) 5 Nov 1872
Grover Cleveland (1o. mandato) 4 Nov 1884 James Garfield 2 Nov 1880
Grover Cleveland (2o mandato) 8 Nov 1892 Benjamin Harrison 6 Nov 1888
William McKinley (2o. mandato) 6 Nov 1900 William McKinley 3 Nov 1896
William Taft 3 Nov 1908 Theodore Roosevelt 8 Nov 1904
Woodrow Wilson (2o. mandato) 7 Nov 1916 Woodrow Wilson 5 Nov 1912
Calvin Coolidge 4 Nov 1924 Warren Harding 2 Nov 1920
Franklin D Roosevelt (1o. mandato) 8 Nov 1932 Herbert Hoover 6 Nov 1928
Franklin D Roosevelt (3o. mandato) 5 Nov 1940 Franklin D Roosevelt (2o. mandato) 3 Nov 1936
Harry Truman 1 Nov 1948 Franklin D Roosevelt (4o. mandato) 7 Nov 1944
Dwight Eisenhower (2o. mandato) 6 Nov 1956 Dwight Eisenhower 4 Nov 1952
Lyndon Johnson 3 Nov 1964 John F Kennedy 8 Nov 1960
Richard Nixon (2o. mandato) 7 Nov 1972 Richard Nixon 6 Nov 1968
Ronald Reagan (1o. mandato) 4 Nov 1980 Jimmy Carter 2 Nov 1976
George Bush 8 Nov 1988 Ronald Reagan (2o. mandato) 6 Nov 1984
Bill Clinton (2o. mandato) 4 Nov 1996 Bill Clinton 3 Nov 1992
George W Bush 2 Nov 2004 George W Bush 7 Nov 2000

Vênus como estrela matutina favorece aquele que detém a coroa

Vênus como estrela matutina era considerada mais independente, com desejo de trabalhar sozinha ou de conceder benefícios cheios de impulsividade, precipitação ou liberdade de pensamento. Geralmente isso não favorece um trabalho político em rede e acertos atrás das portas, necessários a um rival para chegar ao poder. Por isso, é raro que o rei ou o herdeiro escolhido pelo rei percam poder em uma eleição de estrela matutina. Houve no entanto duas datas desde 1900 quando isso aconteceu: na primeira eleição de Franklin D. Roosevelt, em 1933, quando ele tirou a Casa Branca das mãos dos republicanos (oponentes), e Ronald Reagan, em 1981, quando ele venceu os democratas. Todas as demais eleições, desde 1900, que tiveram Vênus como estrela matutina, resultaram em zero mudanças na “família” que ocupava a Casa Branca.

Os dois únicos desafios bem-sucedidos ao “trono” desde 1900 em eleições com estrela matutina

Franklin D Roosevelt, em 1933
Vênus iluminava Júpiter e Marte, com
a estrela-rainha Regulus.
Ronald Reagan, em 1981
Vênus iluminava a Lua, Saturno e Júpiter.

Vênus como estrela vespertina favorece aquele a quem ela ilumina

Este é o tipo de eleição que tem grande possibilidade de mudança de quem detém o poder na corte. A situação não garante a mudança, mas, como uma estrela vespertina, Vênus é muito mais ativa em termos de rede e cooperação em trabalho de equipe e, portanto, suas bênçãos estão mais de acordo com a natureza da política, concedendo potencialmente ao rival sorte e habilidades necessárias ao sucesso. O candidato simbolizado pelo planeta ou estrela que recebe a luz da brilhante estrela vespertina tende a alcançar a vitória.

Vênus favorece o rival: um olhar sobre outras eleições com estrela vespertina

 O acadêmico chega ao trono – Júpiter e Mercúrio

Em 1912 Woodrow Wilson concorreu à Casa Branca pelos democratas, numa eleição sob a estrela vespertina, enquanto Vênus iluminava Júpiter e Mercúrio (ver imagem à direita). Ele era um acadêmico que, dois anos antes, se tornara presidente da Universidade de Princeton. Aqui, Vênus favoreceu o estudioso, o erudito. O Sol, que sempre simboliza o rei ou, neste caso, o partido dominante, estava conjunto a Marte (no alto da constelação de Libra) e os republicanos (partido dominante) estavam sendo destroçados por um racha entre Roosevelt e Taft.

 O rei morre em um eclipse e o editor (Mercúrio) vence

Em 1920 Warren Harding recuperou a Casa Branca para os republicanos numa eleição sob a estrela vespertina. Vênus iluminava Mercúrio (ver imagem à direita) – Warren Harding era um editor em uma pequena cidade, um reflexo da associação Vênus/Mercúrio – enquanto, ao mesmo tempo, o rei (Sol) estava a 3 graus do eixo nodal; e era temporada de eclipses, o que significava um momento de ameaça mortal ao rei

Vitória do soldado (Marte) , enquanto o rei está machucado…

Em 1952 Dwight Eisenhower, o bem-sucedido general da Segunda Grande Guerra, recuperou a Casa Branca para os republicanos, numa eleição sob a estrela vespertina, quando Vênus iluminava Marte e Mercúrio (ver imagem abaixo), enquanto Saturno (outro indicador do rei) estava em conjunção com Netuno (Saturno e Netuno estão um pouco acima de Spica), uma combinação que refletiu a aposentadoria do presidente democrata Harry S. Truman e sua decisão de não concorrer a um segundo mandato.

O herdeiro do trono assume o trono (Júpiter), enquanto o rei está confuso.

Em 1960 ocorreu a eleição seguinte sob a estrela vespertina, quando John F. Kennedy foi em busca da Casa Branca para os democratas. Na época, Vênus iluminava Júpiter, como na vitória de Woodrow Wilson. Com Wilson, o simbolismo de Júpiter era sua formação acadêmica; com Kennedy era sua juventude, seu título extra-oficial de “herdeiro do trono”, quando comparado a seu oponente, Richard Nixon, um republicano linha-dura e anticomunista. Ao mesmo tempo, o Sol (o herdeiro do rei, que era, naquele momento, o Partido Republicano) estava sentado com Netuno numa situação parecida com a que deu a vitória a Eisenhower contra os democratas. Isso também pode ser visto em relação a Kennedy, que usava o novo meio de comunicação (televisão) pela primeira vez, e o herdeiro do rei não.

Saturno empurra o antigo herdeiro – Lyndon Johnson – para o lado

Em 1968, ocorreu outra eleição sob a estrela vespertina e, desta vez, Vênus, brilhante e dominando o céu, cedeu sua posição no céu noturno apenas a Saturno (ver a imagem abaixo, Saturno e Vênus são os dois únicos planetas no céu noturno). Agora, Vênus concedia suas bênçãos ao republicano “duro na queda” e anticomunista Richard Nixon, que assumiu o trono para os republicanos, enquanto o Sol tentava fugir de Netuno (não aparece).

O sulista assume, graças ao voto negro (Netuno iluminado)

 Em 1976, a eleição seguinte sob a estrela vespertina ocorreu com Vênus iluminando Netuno (ver à direita) e um sulista democrata chegou à Casa Branca. Jimmy Carter, com um imenso apoio dos Estados negros do Sul, chegou em Washington como um forasteiro. Seu opositor, o presidente Gerald Ford, que concorria à reeleição, era o Sol cercado por Marte e Urano – símbolos do rei enfrentando problemas sérios.

 Vênus assume a Casa Branca

Foi Bill Clinton que venceu a eleição seguinte sob a estrela vespertina, em novembro de 1992, e removeu o republicano George Bush. Nessa eleição, Vênus brilhava no céu e só iluminou Mercúrio (seu parceiro freqüente no céu), portanto parece que se concentrou naquele que tinha um mapa natal regido por Vênus e que era famoso pelo charme.

 Vitória do corajoso: Plutão é iluminado por Vênus

Na eleição seguinte sob a estrela vespertina, “Bush, o jovem”, G. W. Bush, retomou o lugar do pai em 7 de novembro de 2000. Foi uma eleição disputada e, com Vênus iluminando Plutão, ela abençoou o que tinha mais dinheiro, mais poder, mais advogados e mais força

[Nota de interesse: das 28 eleições presidenciais desde 1900, em dez ocorreram mudanças no partido governante e, entre estas dez, oito foram eleições sob a estrela vespertina. Assim, há um histórico de 28.5% das vezes em que mudanças ocorreram sob a estrela vespertina contra 7% das vezes em que as mudanças foram em eleições sob a estrela matutina.]

A eleição sob estrela vespertina de 2008: uma visão astrológica

Portanto, agora temos outra eleição sob a estrela vespertina. A “família” que rege a Casa Branca é a republicana e, para nesta eleição, o rei está se aposentando e o herdeiro escolhido quer chegar ao trono. Há, certamente, a “família” rival que, nesta eleição, é a democrata e, como sempre, o rival tem a pretensão de chegar ao poder.

Como um astrólogo/sacerdote, você olha para o céu em busca de Vênus. Se o rei está sob ameaça, isso não é bom para os republicanos. Se Vênus ilumina um planeta, qual é ele e quem ele simboliza, o herdeiro do rei ou seu rival? Seguindo nossa mentalidade mesopotâmica, podemos fazer a seguinte pergunta aos céus: “O herdeiro escolhido pelo rei pode chegar à Casa Branca ou seu rival vai derrubá-lo? Qual das duas famílias da corte chegará ao trono?”

O céu para a Eeleição sob a Estrela Matutina em 4 de novembro de 2008.

A eleição de 2008, sob a estrela vespertina

No momento da eleição, Vênus estará mais uma vez iluminando Plutão, mas de maneira diferente da que ocorreu na eleição de 2000: também há um Júpiter distante, mas brilhante no fim de Sagitário (ver imagem acima). Se Vênus conceder poder aos dois planetas – o que é questionável, já que as orbes são grandes -, isso então simboliza uma vitória por avalanche de votos para o jovem “herdeiro do trono”, uma ascensão abrupta à Casa Branca, onde o peso do mandato levará um enorme poder às mãos de Obama. Tal poder poderá ser uma droga inebriante para qualquer político, portanto, o jovem rival terá de lembrar que ele não é um César, não é um deus, mas apenas um ser humano.

Mas se a luz de Vênus não chegar até Júpiter, aí o foco será a luta bruta de poder de Plutão. A eleição será vencida pela “família” com mais dinheiro, poder e coragem. Acrescente-se a este quadro o fato de que o herdeiro do rei que se aposenta não está sendo prejudicado por Marte. Ao contrário, Marte se expressa como John McCain, o soldado.

É fácil perceber o poder de uma vitória de Júpiter/Plutão como o jovem concorrente, Obama, mas se for uma luta de socos como a eleição de 2000 – a última sob a estrela vespertina em que Vênus iluminou Plutão -, então a vitória será daquele que tiver mais dinheiro e poder.

A vitória será mais doce porque vai durar 12 anos

Para encerrar, seja que partido chegar à Casa Branca, ele não permanecerá apenas até depois da eleição de 2012, mas também na de 2016. A eleição de 2012 terá Vênus matutina iluminando uma conjunção Sol-Saturno, que concederá suas bênçãos ao rei. Na de 2016, que será uma eleição sob estrela vespertina, Vênus mais uma vez iluminará Saturno, sem qualquer ameaça ao rei. Assim, a Astrologia Visual indica que o partido governante se manterá na Casa Branca durante pelo menos 12 anos. Pode haver mudança de presidentes a qualquer momento, mas a “família” que vencer esta eleição de 2008 vai tirar o grande prêmio.

Reis ou presidentes, trata-se apenas de poder e rivalidade, que é a intriga de qualquer corte real. Pouca coisa mudou desde que a Astrologia surgiu entre os rios do crescente fértil.

[1] A primeira quarta-feira de dezembro era a data marcada para uma reunião do Colégio Eleitoral, que tinha como propósito eleger o presidente.

[2] O ciclo de quatro anos das eleições presidenciais também engloba o padrão jupiteriano, mas este não é o objetivo, pois Júpiter não volta exatamente ao mesmo ponto a cada 12 anos

SIMPATIA VERSUS EXCESSO DE CONFIANÇA
OS MAPAS DE JOHN MCCAIN E BARACK OBAMA

Darrelyn Gunzburg

Na newsletter de julho de 2008 da Astrologia Visual nós olhamos o potencial das figuras celestes perto do horizonte na hora do nascimento. Na seqüência, podemos considerar o horizonte não apenas da perspectiva de uma única história, mas também como uma união de imagens, reunidas pelo nascimento da pessoa. Talvez o astrólogo/sacerdote da Mesopotâmia não usasse as mesmas palavras, mas nós podemos perguntar quem governa os horizontes Oriental e Ocidental, quem abençoa a maneira pela qual somos vistos no mundo e o que está sendo catalisado em nós nas relações com os outros? Como um exemplo, eu me concentrei nos dois candidatos à Presidência dos EUA, já que são dois personagens que estão todos os dias nos noticiários.

John McCain nasceu em 29/agosto/1936, às 9.00 am, em Coco Solo, Panama.
Nasceu com as constelações de Virgem ascendendo e Cetus, a baleia, se pondo no Oeste.

John McCain – A Virgem e o monstro do mar: a nobreza (dignidade) nascida da dor

O horizonte de McCain mostra duas constelações, ambas na posição vertical. Isso nem sempre acontece, já que a posição depende da latitude do local do nascimento. Ambas as imagens, no entanto, se mostram ‘em pé’, um conceito de decência e honestidade.

A constelação de Virgem, a grande deusa da fertilidade no céu, governa seu horizonte Oriental no momento do nascimento, portanto, McCain é visto como pessoa nobre e digna. A constelação de Cetus, a baleia, governa seu horizonte Ocidental no momento do nascimento, e ascende confrontando sua traseira. É, portanto, este grande e desconhecido animal das profundezas que está catalisado nele nos relacionamentos com outros, e que ele tenta incorporar a si mesmo. Seu cartão de embarque para a Presidência é colorido pelo histórico de aviador naval, que teve de enfrentar Cetus nas obscuras profundezas da tortura, como prisioneiro de guerra no Vietnã – e sobreviveu. McCain vem de família de militares: seu pai e seu avô paterno foram almirantes de quatro estrelas da Marinha dos EUA[1]. Como um homem de guerra, ele incorporou esses temas e os trouxe das profundezas para a luz do dia, para que pudessem ser vistos com mais clareza.. McCain é conhecido por seu trabalho de restabelecimento de relações diplomáticas com o Vietnã nos 1990s e por sua convicção de que a guerra no Iraque deve chegar a uma bem-sucedida conclusão nos 2000s. Ele apresenta a nós, o público, o nobre e digno guerreiro ferido.

Pode-se dizer que McCain combate o caos e a confusão dos temas coletivos da humanidade, inicialmente como uma vítima e, depois, como um protagonista (Cetus); portanto é visto como uma pessoa que tem conhecimento e insight de forma a dar nobreza à dor (Virgem). McCain pode, assim, involuntariamente, despertar sentimentos de solidariedade, mais do que qualidades de liderança.

Barack Obama nasceu em 4/agosto/1961, às 19:24, em Honolulu, Hawaii.
Nasceu com a constelação de Capricórnio ascendendo e Leão se pondo no Oeste.

Barack Obama – A cabra do mar e o leão: proteção dentro da lei

As imagens da constelação no horizonte de Obama também são verticais. A constelação de Capricórnio – a grande cabra do mar doadora da lei e educadora – no céu governa o horizonte Oriental no momento de seu nascimento. Obama, portanto, é visto como uma força estabilizadora, alguém que educa seu povo e traz a ordem.

A constelação de Leão governa seu horizonte Ocidental no momento do nascimento, da mesma forma que suas patas dianteiras avançam para tocar o solo, dando uma base à constelação. É esse grande leão que protege as preciosas águas do Nilo, doador da vida. Também tem ligação com Sekhmet, a esfinge-leoa, que era “uma agressora ativa que representava o pai contra seus inimigos” [2] e símbolo de soberania. Ambas são catalisadas nele e em suas ligações e naquilo que ele tenta incorporar como seu. Seu cartão de embarque para a Presidência é colorido pelo histórico de advogado, que tentava trazer mudanças para as organizações de base. Graduado pela Universidade de Columbia e pela Faculdade de Direito de Harvard, Obama trabalhou como um organizador comunitário e praticou Direito Civil ao mesmo tempo em que ensinava a Constituição na Faculdade de Direito da Universidade de Chicago (1997-2004), antes de se eleger senador pelo Estado de Illinois, de 1997 a 2004.[3]

Pode-se dizer que Obama busca trazer soberania (autoridade) às suas relações (Leão), para proteger seu povo com leis que estabilizem e dêem firmeza à sociedade (Capricórnio). Ele pode, portanto, sofrer de uma arrogância resultante de orgulho ou paixão excessivos, já que tem uma combinação que reflete os Césares de Roma.

Em resumo…

Os candidatos exibem de maneiras amplamente diferentes seu entusiasmo e suas razões para chegar à Presidência e cada um tem uma nêmesis: solidariedade versus arrogância resultante de orgulho ou paixão excessivos.

[1] http://en.wikipedia.org/wiki/John_McCain – acessado em 5/09/2008.

[2] Brady, Bernadette (2008). Star and Planet Combinations, Bournemouth: Wessex Astrologer.

[2] http://en.wikipedia.org/wiki/Barack_Obama – acessado em 5/09/2008.

O software que permite trabalhar com todo o céu é Starlight, e pode ser explorado no site de Zyntara, onde há inclusive sessões on line.

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Astrologia presidencial – Quem vencerá a eleição de 2008 nos EUA? https://cnastrologia.org.br/astrologia-presidencial-quem-vencera-a-eleicao-de-2008-nos-eua/ Thu, 27 Jan 2011 14:47:18 +0000 https://cnastrologia.org.br/site/?p=1066 Uma maneira de comparar os candidatos é observando os antecedentes históricos: que padrões surgem quando se compara os 42 mapas dos homens que se tornaram presidentes dos EUA?

Quando se compara determinados graus nos mapas dos presidentes eleitos, surge uma quantidade surpreendente de acertos precisamente em pontos angulares. John Adams, Warren G. Harding, James Polk e Theodore Roosevelt, todos têm Sol em Escorpião a uma distância máxima de 3 graus do Ascendente em Escorpião dos EUA. Os presidentes McKinley, Buchanan, Grant, Monroe e Roosevelt têm Sol em oposição ou quadratura com o Ascendente em Escorpião, também em uma orbe de no máximo 3 graus. Além disso, cinco outros presidentes têm Marte natal a 1 grau da conjunção, quadratura ou oposição exatas ao Ascendente a 8 graus de Escorpião. O Ascendente americano em Escorpião magnetiza cosmicamente a dimensão presidencial.

 Michael O’Reilly

Quando Escorpião e Leão percorrem os ângulos no mapa dos EUA, os signos fixos tornam-se subitamente importantes. A Lua em Aquário, por outro lado, é a única outra localização em um signo fixo. Trinta e três entre 42 presidentes têm Sol ou Marte em signos fixos (Escorpião, Leão, Touro e Aquário), enquanto apenas 22 têm Sol ou Marte em signos cardinais (Áries, Câncer, Libra e Capricórnio). Nos signos mutáveis (Gêmeos, Virgem, Sagitário e Peixes), apenas 17 presidentes têm Sol ou Marte, apesar de que qualquer mapa de 4 de julho de 1776 (NT: data da Independência dos EUA) tem tanto Marte como Urano em Gêmeos, uma posição que naturalmente poderia atrair planetas presidenciais.

Astrologia presidencial e a Lua dos EUA

No primeiro século da nação, uma tendência perceptível entre os presidentes americanos era a posição da Lua em seus mapas natais. Seis presidentes têm Lua em Capricórnio, e todos eles se elegeram antes de 1900. Nenhum presidente do século XX tem Lua em Capricórnio. Pode-se então deduzir que, no passado, o caminho para o mais alto posto não passava muito pela comunicação com a população – era mais uma questão de pura ambição. A Lua em Capricórnio dá uma personalidade forte e uma ambição paciente para alcançar, passo a passo, a posição mais elevada. George Washington (eleito pela primeira vez em 1788), James Monroe (1816), John Quincy Adams (1824), James Buchanan (1856), Abraham Lincoln (1860) e Chester Arthur (1880), todos têm Lua em Capricórnio. Desde o início da era da comunicação em massa e da tecnologia (rádio, televisão e agora a internet), a Lua aparece mais comumente nos signos de ar, ligados às comunicações. Os únicos presidentes geminianos, John Kennedy e George Bush, se elegeram após o advento da televisão.

Um dos signos solares mais representados é Aquário, com cinco presidentes aquarianos desde 1788. Um dos fatos mais estranhos sobre os presidentes com Sol em Aquário é que quatro entre cinco morreram no cargo. Apenas Reagan, o quinto aquariano, sobreviveu, e ele tinha o astrólogo Joan Quigley para ajudá-lo a escapar do terrível ciclo de mortes presidenciais. A popularidade de quem tem Sol em Aquário, no entanto, pode ser atribuída à Lua dos EUA em Aquário – encontrada em qualquer mapa de 4 de julho de 1776.

Em astrologia política, a Lua representa a população de uma nação e suas necessidades de segurança. A Lua dos EUA em Aquário descreve uma população interessada nos princípios fundamentais de igualdade, liberdade e justiça para todos. A Lua em Aquário também tem ligação com progresso, inovações, espírito inventivo e tecnologia. Qualquer coisa que seja nova e diferente atrai a população americana em geral. A Lua em Aquário representa o interesse nacional por integração, organização, comunicação e socialização. O símbolo de Aquário representa a água do conhecimento que cai sobre o planeta. Os aquarianos anseiam pela mais moderna evolução e, com o benéfico trígono da Lua dos EUA com Marte em Gêmeos, os americanos estão constantemente lendo, falando, se movimentando, buscando e trocando informações. Os americanos são os novos viciados.

Presidentes com Sol em Aquário têm uma conexão direta com a população americana por causa da Lua dos EUA em Aquário, e geralmente são conhecidos populistas. Na era em que vivemos da comunicação em massa, o candidato presidencial bem sucedido tem que criar uma conexão com a população e suas necessidades de segurança. Em termos astrológicos, isso significa que ele ou ela devem ter planetas ligados diretamente à Lua dos EUA, que se encontra aos 25 graus de Aquário no mapa que tem Escorpião no horizonte. Uma das tendências mais importantes da política americana mostra que todos os presidentes eleitos recentemente têm aspectos exatos com a Lua dos EUA, no mapa natal ou no progredido, e freqüentemente têm ambos. Isso pode ser atribuído à ascensão da comunicação em massa. O candidato que não se sair bem na tevê vai afundar nas pesquisas. Ter um aspecto exato com a Lua dos EUA é como conseguir um elo celestial com o pulso da nação – quanto mais próxima a conexão, melhor.

Bill Clinton é um bom exemplo no campo político. Ele tem Sol a 26 graus de Leão (a apenas meio grau da oposição exata à Lua dos EUA). Juno (que representa sua mulher, Hillary) está a 25 de Libra. Quando foi eleito, seu Mercúrio progredido estava a 25 de Libra, ativando suas conexões pessoais essenciais com a Lua dos EUA. Apesar dos incidentes escandalosos, o público amava Bill e Hillary como uma dupla, simbolizada pelo Sol sêxtil Juno e ambos ligados diretamente à Lua dos EUA.

Uma conexão de Marte com a Lua dos EUA é um bom aspecto para o comandante-em-chefe. George Bush pai e Jimmy Carter têm Marte a 25 graus de Aquário, em conjunção exata com a Lua dos EUA. Quando a missão de Carter para resgatar os reféns americanos no Irã fracassou, ele se tornou presidente de um só mandato, pois desiludiu o público. Quando, no entanto, o Sol progredido de George Bush fez oposição com Marte natal (e, simultaneamente, com a Lua dos EUA), ele enviou as tropas para o Iraque. Foi no dia 17 de janeiro de 1991 e essa progressão estava quase exata. O público adorou a operação e sua popularidade aumentou. Ronald Reagan não tinha planetas natais a 25 graus, mas quando se elegeu em 1980, Marte estava progredido em 25 de Aquário. Essas conexões exatas simbolizam suas conexões com a população americana.

O padrão começa a se quebrar quando nos voltamos um pouco mais para o passado da história americana. Quando Gerald Ford assumiu depois de Nixon, em 1974, sua Lua progredida estava a 25 graus de Aquário, e isso ativou o Netuno natal a 25 de Câncer. Ford chegou ao poder por meio de um escândalo, não de eleição, mas a população em geral o aprovou, como mostram essas progressões. Nixon não tinha aspectos com 25 de Aquário e ele foi o presidente mais recente que não tinha essas conexões. Especialistas freqüentemente citam suas aparições opacas nos debates com J. F. Kennedy pela televisão em 1960 como o motivo vinculado com o fato de ter perdido a eleição. Apesar, no entanto, de sua falta de jeito diante do público, Nixon conseguiu se eleger em 1968, quando seu Ascendente progredido estava a 8 graus de Escorpião. Lyndon Johnson tinha Plutão a 25 de Gêmeos e Júpiter a 26 de Leão, por isso se ajusta ao padrão, e era muito respeitado por sua habilidade como relações públicas. O popular Eisenhower tinha uma conjunção Lua-Urano a 25-26 de Libra, mas Truman não tinha qualquer conexão, nem no mapa natal nem por progressão. Ainda assim, seu Marte a 17 graus de Leão faz conjunção com o Meio do Céu dos EUA em Câncer. Ele tinha conexão com o mapa dos EUA, mas não os vínculos mais habilidosos com a mídia sugeridos pela conexão lunar.

A contestada eleição de 2000, entre George W. Bush e Al Gore, pode ser resumida ao se observar as conexões de cada candidato com a Lua dos EUA. A Vênus natal de Al Gore está a 26 de Touro e, como diz a simbologia original de Vênus, venceu no voto popular, ele era o candidato mais popular. A conexão mais forte de Bush no momento da eleição era seu Júpiter progredido a 24 graus de Libra. Júpiter representa a decisão legal que levou o resultado da eleição para o seu lado. Devem ser levados em conta os minutos de um grau: as respectivas orbes estavam quase que exatamente eqüidistantes da Lua dos EUA (a Vênus de Gore: 26TA01; Júpiter progredido de Bush: 24LI56; a Lua dos EUA 25AQ29), provavelmente o que tornou a corrida presidencial tão disputada. E quem venceria em 2004? Vamos olhar os candidatos e ver que conexões têm com a Lua dos EUA.

A eleição seguinte

Quais fatores astrológicos o candidato deve ter? Segundo os padrões históricos, se tiver Lua ou Marte em Peixes é uma negativa definitiva. Se tiver Sol em Peixes também não é muito bom, já que os quatro presidentes piscianos estiveram no poder no primeiro século da nação. George Washington (1788), James Madison (1808), Andrew Jackson (1832) e Grover Cleveland (1884) foram os únicos presidentes piscianos, e pode bem ser que a abnegação natural de Peixes não seja agressiva ou forte o suficiente para os tempos modernos.

O Sol pode estar em qualquer signo, mas há uma vantagem perceptível se estiver em Escorpião ou Aquário. A Lua em Capricórnio era uma boa idéia, mas não é mais. A Lua em Capricórnio é reservada demais para se dar bem na mídia. Nixon e seu Sol em Capricórnio refletem a inflexibilidade associada a esse signo. A Lua de Al Gore está em Capricórnio e ele tem a responsabilidade de superar uma imagem excessivamente formal e tediosa.

Marte em Leão é definitivamente uma boa pedida. Alguma coisa na irrestrita autoconfiança de Marte em Leão atrai os americanos. Diversas vezes ao longo da história, candidatos com Marte em Leão demonstraram o talento e o senso dramático que estimulam os americanos. Apenas três presidentes têm Sol em Leão – isso portanto não é necessariamente uma vantagem ou desvantagem. Mas dez presidentes têm Marte em Leão. O último deles foi Truman, então talvez esse aspecto tenha ficado obsoleto.

A tendência mais decisiva atualmente é ter um planeta em aspecto com a Lua dos EUA, e quanto mais próximo do aspecto exato, melhor. Um planeta natal é tão importante quando um planeta progredido nesse grau, como pôde ser demonstrado com George W. Bush e Ronald Reagan. Em 2004, Júpiter progredido de George W. Bush avançou de 24 para 25 graus de Libra: seu mapa estava muito bom (data de nascimento: 6 de julho de 1946; 7:26 am; New Haven, EUA). Para melhorar a situação, a Vênus progredida, que avança um pouco mais que um grau por ano, também foi para os 25 graus de Libra. A conjunção Vênus-Júpiter em trígono com a Lua dos EUA era uma combinação extremamente benéfica para o candidato à reeleição e foi difícil derrotá-lo, apensar dos problemas no Iraque. A dupla Vênus-Júpiter é uma promessa de popularidade, dinheiro e boa reputação. Só esse fator já era suficiente para fazer dele o favorito em novembro de 2004.

Quem vencerá a eleição presidencial de 2008? Você pode usar esses parâmetros para escolher o provável vencedor. E fique ligado nas atualizações…

Como mostraram os estudos de Gauquelin, e como constata a maioria dos astrólogos, os ângulos são os pontos mais sensíveis do horóscopo. Na opinião deste autor, essas classificações se devem ao fato de o mapa dos EUA ter Escorpião ascendendo e Leão no Meio do Céu. A hora do “nascimento” de 14:21 coloca 8 graus de Escorpião no Ascendente e 16 graus de Leão no Meio do Céu.

Trinta e três dos 42 presidentes americanos têm Sol ou Marte em signos fixos (Touro, Leão, Escorpião ou Aquário), enquanto apenas 17 têm Sol ou Marte em signos mutáveis (Gêmeos, Virgem, Sagitário ou Peixes).

A Lua no mapa dos EUA é um guia fundamental da importância histórica de sua posição nas tendências políticas, sociais e econômicas.

Uma extraordinária anomalia estatística revela que 10 entre 42 presidentes americanos têm Marte em Leão.

Este artigo é parte do livro Political Astrology, de Michael O’Reilly, e foi publicado originalmente na revista Dell Horoscope.

Michael WolfStar O’Reilly é astrólogo e colunista e vive no Oregon. Ele mantém uma coluna de Astrologia, intitulada Newscope desde 1997 e também escreve regularmente para a Dell Horoscope como freelancer. Pode ser contato no email wolfstar3@aol.com ou em seu site www.neptunecafe.com

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Eclipse Lunar de 16 de Agosto de 2008 https://cnastrologia.org.br/eclipse-lunar-de-16-de-agosto-de-2008/ Thu, 27 Jan 2011 14:36:06 +0000 https://cnastrologia.org.br/site/?p=1050 A Terra se posiciona entre o Sol e a Lua lançando sua sombra sobre o disco lunar que atinge sua fase cheia no signo de Aquário. Assim, o céu se descortina sobre nossas cabeças, apresentando o maravilhoso espetáculo de mais um eclipse.

No cenário, observamos de um lado o Sol, domiciliado e bem à vontade no majestoso e imponente signo de Leão, seguido por Saturno, Mercúrio, Vênus e Marte em trajes singelos e impecavelmente alinhados na longitude zodiacal virginiana. Do outro lado do palco, a Lua, cheia e esplendorosa, conjunta a Netuno e próxima a seu Nodo Norte, no libertador signo de Aquário.

Uma vez que os eclipses simbolizam a interação entre o Sol, a Lua e a Terra, podemos supor que estas épocas representam oportunidades para se usar o passado e o presente para construir um futuro mais criativo. Assim, somos desafiados a uma mudança de hábitos e comportamentos, seja na maneira de agir, pensar ou sentir desvencilhando-nos de qualquer influência limitadora e inibidora desta nova direção.

No entanto, que mudanças este eclipse estará realmente exigindo de nós?

O Sol em Leão serve ao propósito divino pedindo maior conexão com nosso Eu superior, nosso centro, nossa essência. Servir ao propósito divino é servir ao Coração, é ouvir nossa criança interior e brincar com ela. Servindo ao Coração ficamos de bem com a vida e com os outros e alcançamos a cura para todos os nossos males.

Júpiter em Capricórnio, aspectando Saturno, Mercúrio e Vênus no signo de Virgem, mostra que a sabedoria será encontrada na moderação, quando aprendermos a valorizar o outro com suas imperfeições e diferenças, com generosidade e confiança ao invés de críticas e exigências e comprometendo-nos a aceitar os outros – assim como nós mesmos – como realmente são.

Uma vez que a Lua representa nossos condicionamentos passados, nossos hábitos e reações instintivas e o Sol o presente e nosso propósito consciente, durante um eclipse lunar o presente tenderá a apagar o passado, ou seja, o obscurecimento temporário de nossos sentimentos arraigados e hábitos condicionados é momentaneamente sobrepujado pela luminosidade solar trazendo a consciência da mudança e possibilitando a concretização de qualquer movimento iniciado na Lua Nova anterior a esta fase.

No entanto, algumas vezes, as mudanças e o redirecionamento se tornam ainda mais penosos quando temos um eclipse lunar de Nodo Norte posterior a um eclipse solar de Nodo Sul. Neste caso, a força da Lua ocupa o pólo positivo do eclipse reforçando os condicionamentos e hábitos passados numa atitude muitas vezes reacionária e contrária às mudanças e ao movimento posto em prática por ocasião do eclipse solar anterior. Isto porque, no simbolismo astrológico, o Nodo Norte representa o fator positivo e criativo, trazendo um enorme poder de projeção e um significado expansivo a qualquer planeta tocado por ele. Portanto, se a Lua toca essa força positiva é como se duplicássemos sua força de contenção e apego ao conforto do que já é conhecido.

Desta maneira, encontramos uma energia lunar disseminadora e desintegradora e avessa ao poder centralizador e conscientizador do Sol em Leão. Encontramos uma necessidade irracional de liberdade a qualquer custo e um medo inconsciente de pertencimento. As necessidades pessoais se misturam com as necessidades do grupo e o sentido de identidade se distancia cada vez mais.

Mas, como tirar proveito deste campo de batalha?

Integrando os opostos. Percebendo que podemos pertencer ao grupo sem, no entanto, perder a própria identidade. Participar, sem se dissolver. Ajudar, sem se sacrificar. Com tantos planetas retrógrados neste cenário (Júpiter, Urano, Netuno e Plutão) somos incitados ainda mais a rever, reavaliar, repensar e redirecionar nossas atitudes, crenças e ideais. Mais uma vez o céu aponta a direção para a cura. Plutão em Sagitário em trígono com o sol e sextil com a Lua nos apresenta a oportunidade da transformação: buscando a Verdade dentro de nós mesmos, no mais profundo de nosso Ser. Somente encarando nossos mais profundos temores e inseguranças conseguiremos vencê-los e conseqüentemente, libertarmo-nos deles abrindo-nos ao novo e às novas possibilidades…

Daniella Rossi é astróloga com atendimentos em SP e SC. Para conhecer o perfil completo de Daniella, clique aqui.

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O Eclipse Solar total de 1 de agosto de 2008 https://cnastrologia.org.br/o-eclipse-solar-total-de-1-de-agosto-de-2008/ Thu, 27 Jan 2011 14:35:06 +0000 https://cnastrologia.org.br/site/?p=1048

1. Com base no eclipse total, qual sua previsão para os Jogos Olímpicos?

 Barbara Abramo

Barbara Abramo responde:

Entendi que sua pergunta se refere ao que o eclipse pode significar para as Olimpíadas. Não se trata de uma previsão sobre as Olimpíadas. Com base nisso, a resposta é que não acho que vai acontecer nada dramático e portentoso lá na China nessa ocasião. A carta do eclipse para Beijing anuncia um Asc em Capricórnio com Júpiter retrógrado nas imediações. Júpiter é o planeta dos esportes, e em retrogradação e no signo em que está, expressa um período de ajustes, de elaboração, ajustamentos em relação às relações com equipes estrangeiras, talvez. Possivelmente o eclipse solar se traduza em algum problema relativo ao gerenciamento de equipes e à mecânica do evento, no caso Olimpíadas. De todo modo, o esforço será no sentido de garantir a credibilidade da China junto aos participantes. Um olhar pessimista veria a chance de um problema grave relacionado a alguém esportista, devido ao fato de Marte estar na casa 8 e de Saturno regente do Asc também.

Agora, importante notar que devido ao fato de uma vasta extensão de terra na Ásia carregar a sombra do eclipse, poderemos ter eventos de longo e profundo alcance nos proximos 4 ou 5 meses, pois o eclipse ocorre em signo fixo. Além disso, porque acontece em signo de elemento fogo, considero esse eclipse um prenúncio de movimentação de exércitos, seca, aridez, surtos epidêmicos e problemas com a pecuária das regiões afetadas, somando-se tudo isso ao caráter óbvio de anunciar a prisão ou o exílio de um governante ou pessoa de muito poder na região. Como aconteceu na época do último eclipse solar total do século 20, que possibilitou inclusive um evento que fiz com outros astrólogos e profissionais de outras áreas em São Paulo, aquele eclipse anunciou, com sua sombra, os eventos a que assistimos nos anos seguintes: ataque às torres gêmeas nos EUA, expedições militares e guerras na região do Crescente fértil que recebeu a sombra daquele eclipse e a morte do Sadam Hussein.

 Gerson Pelafsky

Gerson Pelafsky responde:

O eclipse incide sobre a oposição entre Lua e Marte no mapa da República da China. Estou usando nesta análise o mapa com Ascendente a 5 graus e 57 de Aquário, calculado para a capital chinesa,com os seguintes dados: 1/10/1949, ás 13:15 horas.

Marte regendo o Meio do Céu desta carta, representa o governo da China, ditatorial e sustentado através do poderio militar e do uso da força,e a Lua na casa 1 representa o povo do país.Então podemos ver, a partir do simbolismo implicado nestas posições, que a ativação deste ponto reflete manifestações do povo(Lua) levando ao confronto com as autoridades(Marte,) ocorrendo antes, durante e depois da data do eclipse.

O ativismo contra o governo pode ficar mais visível, tendo em vista que os jogos são transmitidos para todo o mundo, e torna-se mais difícil para as autoridades chinesas ocultarem os flagrantes desrespeitos aos direitos humanos.

Na épocado eclipse, encontra-se conjunta a ele a estrela Asellus Australis, que fica muito próxima da eclíptica.Diz-se que, sendo sua visibilidade comprometida ,há prenúncio de chuvas.Sendo Mercúrio regente dos ventos,angular e envolvido no eclipse,isto pode ser prenúncio de tempestades tropicais na China.

 Guy Taillade

Guy Taillade responde:

Com base do legado deixado por tantas gerações de astrólogos pode se dizer que para cada eclipse, pergunta-se onde terá efeitos, a partir de quando e durante quanto tempo, a que tipo de evento irá corresponder e qual será sua qualidade.

2. No eclipse total de 11 de agosto de 1999, cuja sombra ligou Nova York ao Afeganistão, muitos viram um prenúncio dos ataques terroristas que ocorreram em 11 de setembro de 2001 e os grandes conflitos que se seguiram – e que até hoje perduram. Qual sua opinião a este respeito? Você concorda com o fato de que o cone da sombra do eclipse chegar muito próximo a Pequim tem um especial significado?

Barbara Abramo responde:

Sim, sim, em parte a pergunta já está respondida na pergunta anterior. O fato de que Plutão entrará em Capricórnio e suas relações simbólicas com países asiáticos, derretimento de geleiras e problemas relacionados à conceituação do poder estabelecido será ativado depois desse eclipse e acredito no acirramento da condições difíceis já vividas entre Tibet e China, Coréia do Norte e do Sul, além da relação explícita que tem com a própria organização da burocracia de estado da China.

Gerson Pelafsky responde:

Concordo, além de visível na China,o eclipse ativa pontos vitais do mapa da República Popular, como a Lua, a casa 7 e o regente do Meio do céu, e isto amplia sua importância. A casa 7 refere-se a questões envolvendo diplomacia, tratados, guerras, alianças, países que fazem fronteira e parceiros internacionais.Por exemplo,em 1962 um eclipse ativou este ponto e houve a guerra com a Índia, devido a problemas envolvendo uma região de fronteira.Do mesmo modo,não será surpresa se algum novo episódio afetando regiões que fazem fronteira com a China leve a conflitos ou haja o estabelecimento ou revisão de tratados .A questão do Tibet vem à mente. Marte representa o poderio bélico e a China pode vir a dar mostras deste poderio através de algum episódio. Também pode vir a tomar posição em alguma questão que envolva países aliados e a Rússia, seu aliado estratégico, que também verá este eclipse, atualmente enfrenta problemas com os Estados Unidos.

Os antigos mencionam o eclipse de Leo no primeiro decanato afetando príncipes. Há a possibilidade de que alguma mudança significativa alcance a liderança na China, por exemplo, no exército, no partido comunista, etc. Outra menção feita pelos antigos refere-se a” escassez de grãos” e a “gastos com tesouro”.Isto pode significar, no primeiro caso, falta de alimentos, prejuízo nas colheitas, alta de preços e, no segundo, uma nova queda significativa nas bolsas asiáticas, levando a uma ação por parte dos governos para remediar a crise.Tudo o que foi mencionado,pode ter sua manifestação tanto no presente como oito meses após o eclipse, segundo as coordenadas dos antigos, que mencionam este prazo quando o eclipse se dá no ângulo do oeste (casa 7), como é o presente caso.

Guy Taillade responde:

O exemplo do eclipse de agosto de 1999 mostra bem, se for colocado em relação com o 11 de setembro de 2001 e a guerra conseqüente do Afeganistão, o quanto os efeitos dum eclipse podem ser ao mesmo tempo não imediatos e duradouros. E esta questão de começo e de duração dos efeitos obedece a regras muito finas. Assim, creio que na base do eclipse do 1º de agosto deste ano, não se pode determinar a maneira como irão se desdobrar os Jogos Olímpicos de Pequim, mas sim se o eclipse terá repercussão na China.

Tendo levantado o mapa do eclipse para Pequim, creio que sim, mas consideraria o eclipse de Lua anterior, o de 21de fevereiro deste ano, que envolvia as casas IV e X como tendo tido um impacto mais brutal (terremoto) do que este agora que diz respeito à casa VII (perto do ocaso do Sol).

Os efeitos deste novo eclipse total do Sol deverão se dar mais na área política, econômica e social: revoltas populares, rivalidades no regime com queda de dirigentes, surgimento de tensões conflituosas com outras nações e aumento da pressão da comunidade internacional sobre a China, problemas agrícolas, tipo por exemplo da febre aviária ou penúria, desastres urbanos, mas não devidos a fenômenos naturais como foi o caso do eclipse lunar.

Considerando apenas a duração do eclipse central, daria como tempo de efeitos deste eclipse um pouco menos de dois anos, com tempo de maior efeito no fim do período.

 Jeff Jawer

Jeff Jawer

Um eclipse solar visível na China imediatamente antes da Olimpíada parece indicar alguns problemas durante os jogos. Trata-se de um eclipse de Nodo Sul, uma configuração pouco favorável, ainda que não haja aspectos difíceis nessa conjunção de Sol e Lua a nove graus de Leo.

A ausência de tensão de outros planetas reduz o poder do eclipse e a probabilidade de grandes problemas. A Olimpíada é um empreendimento gigantesco e certamente haverá algumas ocorrências, mas provavelmente nada tão dramático quanto pode sugerir um eclipse solar visível.

Um eclipse solar, especialmente em Leo, pode indicar uma mudança de lideranças, mas isso pode ocorrer muito depois de encerrados os Jogos Olímpicos, já que os efeitos do fenômeno podem se estender a pelo menos seis meses.

Jeff Jawer já esteve no Brasil na década de 80, ministrando cursos e palestras. É conhecido na comunidade astrológica americana como um profissional inovador e dinâmico. Aos 62 anos de idade e 35 de Astrologia, acumula sucessos como astrólogo, escritor e professor, além de fundador da revista eletrônica StarIQ. Criador de Astro, a primeira calculadora astrológica manual, Jeff Jawer é um incansável consultor, escreveu duas peças e mantém um programa diário de rádio.

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A Revolução Solar do Brasil em 2007 https://cnastrologia.org.br/a-revolucao-solar-do-brasil-em-2007/ Thu, 27 Jan 2011 14:30:35 +0000 https://cnastrologia.org.br/site/?p=1040 Há registros bem antigos do uso da técnica da revolução solar na análise astrológica, aplicáveis tanto em indivíduos, quanto países. Os antigos astrólogos recomendavam, ainda, que era de importância capital analisar a revolução solar do dirigente político de proa. Ou de um general, em caso de guerra. Estas recomendações, feitas e praticadas por astrólogos da estatura de Guido Bonatti no final da Idade Média, foram seguidas até mais tarde. No século 18, por exemplo, temos Partridge e William Lilly como seus expoentes na língua inglesa.

No caso de um país que tem “data de nascimento” (Brasil, Austrália, ou para citar alguns mais modernos, o Zimbabwe) é curioso observar como, ano após ano, tendências marcantes apontadas por outras técnicas são corroboradas pelo mapa da revolução solar do ano em questão.

O caso do Brasil é um bom exemplo. O mapa do ingresso solar em Áries para 2007 é tumultuoso por dois motivos. O primeiro deles é anunciado por um Ascendente posicionado em 19º Escorpião, grau de má fama que anuncia perigos e problemas. O segundo motivo de preocupação é a repetição, no céu, da oposição entre Marte e Saturno. Cabe aqui uma explicação: o Brasil nasceu sob uma oposição entre estes dois planetas, e nos anos em que há trânsitos que “repetem” certos aspectos natais – sejam eles fluidos ou anunciadores de problemas – costuma-se dizer que será um ano em que aquela promessa representada por um aspecto será atualizada. Em outras palavras: no ano em que se repetem aspectos do mapa natal, será vivida de modo expressivo essa condição natal. Mais preocupante ainda é observar que a oposição entre Marte e Saturno está angular no mapa do ingresso solar de 2007, levando para o primeiro plano o sentido de indisciplina, rebeldia e ataque as estruturas constituídas, promessa mesma dessa oposição.

Olhemos mais de perto a natureza da oposição entre Marte e Saturno.

O Brasil independente nasce sob a indisciplina contra a autoridade constituída. Marte representa literalmente a espada de D. Pedro I contra o arcaísmo tacanho dos portugueses apegados à terra – Saturno em Touro representando a elite oligárquica que até agora não “largou o osso”, por assim dizer. Não por acaso, D Pedro I nasceu com a Lua em Escorpião, em grau muito próximo ao Meio-Céu do nascente país.

Estamos diante de dois mapas astrológicos que formulam direções semelhantes. cada um deles reflete uma técnica diferente que se completa em 2007: o mapa do ingresso solar em Áries se soma ao mapa da revolução solar, para esclarecer caminhos. Lembremos que no mapa de ingresso em Áries de 2007a oposição entre Marte e Saturno está presente, repetindo uma condição celeste subjacente a constituição do Brasil como nação independente politicamente. Podemos então aplicar uma técnica simples e bastante difundida para aferir em que época do ano este aspecto poderá ser ativado. Essa técnica orienta a progredir, à razão de um grau = um dia. Aplicando-a ao mapa de ingresso em Aries, verificamos dois momentos em que as características de rebeldia, insubmissão ao poder central, que estão no cerne da criação do Brasil, estarão em primeiro plano astrológico nas datas de 20/6 a 7/9/07 e novamente nas duas ultimas semanas de dezembro do mesmo ano. Nestes períodos a oposição entre Marte e Saturno será ativada.

Analisemos agora o mapa da revolução solar do Brasil para 2007.

Saturno em Virgem culmina no Meio-Céu, clamando por responsabilidade no poder federal, e apontando limitações, além do perigo da soberba nas decisões mais importantes do chefe de estado.O signo de Virgem é de industriosidade, representando o trabalhador. Além disso, porque Mercúrio rege Virgem, quem dispõe de Saturno é Mercúrio. Este se encontra na casa 11, que representa as Câmaras – Senado e Câmara dos Deputados. Isso significa que o governo federal precisará se manter em boas relações com o Congresso e as Câmaras. Isso será decisivo no enfrentamento das manifestações de desagrado que se multiplicarão ao longo de 2007 e até o próximo aniversário do Brasil, em 2008. Como sabemos disso? Por causa da quadratura entre o Sol – regente do Meio-Céu – e Júpiter – posicionado no Ascendente. O primeiro representa o Presidente da República , mostrando as complicações que terá ao usar e abusar de argumentos impositivos, medidas exageradas e atos dramáticos, todos representados por Júpiter. Um dos significados possíveis para a quadratura entre Sol e Júpiter é o abuso, o exagero, a arbitrariedade. Este aspecto anuncia processos legais, esbanjamentos e demais impulsos perdulários. Há uma proteção, porém: Regulus, uma das estrelas mais promissoras, encontra-se em posição estratégica no mapa. Isso simboliza que se a humildade e a contenção forem usadas, o “efeito Regulus” protegerá as cabeças governantes, por inúmeros meios. Aí, Regulus anunciaria vitórias quando as condições “certas” forem seguidas. Observemos agora Saturno em Virgem; acidentalmente forte por ocupar um angulo importante, o Meio-Céu, exibe sua dificuldade intrínseca para governar vendo a situação de modo amplo. Virgem é signo de detalhes. Temos aqui o caso do planeta que, por ocupar um signo que não lhe fortalece, tem impedido seu atributo, ou dificultada sua promessa, apesar da grande exposição que tem. Possivelmente os empecilhos se traduzem pelo fato de o governo federal estar, no período 2007-2008, refém de variados interesses das Câmaras e do Senado.

Analisemos agora dois outros astros: Júpiter e Lua, fortes no mapa da revolução solar, anunciam que a lei e o povo terão voz e efeito nos cenários que se anunciam. Isso se deve pelo fato de que a primeira é simbolizada por Júpiter e o segundo pela Lua. Assim, povo e legislação encontrarão seu poder na dinâmica que se anuncia no período.

Ainda no mesmo mapa, observamos Vênus no Meio-Céu em Leão: a diplomacia a serviço da manutenção do poder. Leão é o signo que comanda o Meio-Céu, portanto representa o próprio Presidente da República. Um presidente que possui atributos venusianos para comandar o povo: sorrisos, gentilezas, atos dramáticos, tudo a serviço da manutenção da “paz” entre os interessados maiores: Câmaras e Senado. Olhemos mais de perto o planeta Vênus: ele está em oposição aplicativa a Netuno, o planeta da ilusão e da desilusão. Por estar aplicativa, a oposição é mais forte; ela vai acontecer, não aconteceu ainda e a expectativa disso cria um clima de desassossego e ilusão. A descrença popular pode ser grande com respeito aos atos e comportamento do governo federal.

Há mais neste mapa: o Sol ruma para uma oposição aplicativa a Urano. Este ultimo traz a improvisação, a surpresa, o evento inesperado que irrompe na História e muda expectativas e previsões. Inclusive dos astrólogos!

Voltemo-nos agora para Marte, o planeta que representa a natureza independente e auto-afirmativa do país. Neste mapa ele se opõe a Plutão, e ambos anunciam, através das casas astrológicas que ocupam, problemas na convivência com países vizinhos. Até mesmo a perda de acordos, e interesses que serão submetidos a estrangeiras imposições econômicas.

As perspectivas desta revolução solar para o Brasil estão além dos efeitos turbulentos de tragédias aéreas e de negociatas de ocasião. E, de muitas formas, sublinham a promessa de um ciclo turbulento para a história da República brasileira.

Para finalizar este esboço de análise do mapa da revolução solar do Brasil cabe observar que o Ascendente em 4º Sagitário, encontra-se em oposição à uma importante conjunção do mapa natal do país. Trata-se ela da conjunção Lua-Júpiter. O Ascendente da revolução solar em oposição a esta conjunção natal pode estar dizendo que teremos um ciclo de conscientização geral e coletiva a respeito dos sonhos e das esperanças que embalaram o nascimento da independência. Assuntos como a preservação dos recursos naturais e do patrimônio cultural dos povos autóctones, que aqui viviam antes do território ser colônia, também estarão emergindo com força.

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Análise dos Candidatos à Prefeitura de São Paulo – 2008 Utilizando a técnica de Ciclos Planetários https://cnastrologia.org.br/analise-dos-candidatos-a-prefeitura-de-sao-paulo-2008-utilizando-a-tecnica-de-ciclos-planetarios/ Thu, 27 Jan 2011 14:29:21 +0000 https://cnastrologia.org.br/site/?p=1038 Para analisar e elaborar a previsão das eleições municipais de São Paulo em 2008, estou utilizando a técnica de ciclos planetários do livro “Livro Completo de Astrologia Prática” de Edward O. Hammack Jr., publicado pela Editora Pensamento.

Analisei a fase em que cada um dos três primeiros candidatos estava, além disso, avaliei o que foi plantado por cada um deles na fase anterior.

Os ciclos são divididos em 14 anos, considerando Saturno em trânsito fazendo aspecto com o Sol Natal. Os ciclos 01, 01-02, 02 e 02-03 são considerados “piores”, quando não devemos esperar muitas coisas boas, apenas muito trabalho para estruturar o futuro. Já os ciclos 03, 03-04, 04 e 04-01 são os ciclos considerados “melhores”, quando colhemos os frutos e temos maior facilidade para obter resultados na vida.

Segue um resumo simplificado da análise feita:

Gilberto Kassab

Pelo trânsito de Saturno, Kassab se encontra em sua fase 01-02, se encontra na descendente, ou seja, deve estar indo para uma fase de plantio e não de colheita; assim, suas possibilidades são remotas embora tenha crescido muito nestes últimos meses. Tônica principal desta fase do ciclo (começou em julho de 2007 e vai até novembro de 2009): embora possa colher alguns benefícios de suas fases anteriores, eles não devem ser duradouros – herdou o cargo de Serra -, além disso, pequenos obstáculos podem requerer muito esforço para serem ultrapassados.

Tendo em vista este quadro, a possibilidade de ser eleito é remota. Mesmo assim, se for eleito, deverá ter grandes dificuldades para exercer seu mandato até o fim. Para reforçar esta questão, a partir de dezembro, seu Plutão passa a fazer aspecto com seu Sol, dificultando muito a continuidade de qualquer projeto que esteja empreendendo.

Marta Suplicy

Pelo seu trânsito de Saturno, Marta se encontra na fase 02-03 terminado a fase de plantio ou “pior”, e dando início à fase de colheita (03 novembro de 2008 até agosto de 2010). Embora esteja na subida, a fase 02-03 não determina facilidades, mas sim oportunidade de estruturar projetos para o futuro, assim, ela muito provavelmente pode estar preparando o campo para as próximas eleições.

Apesar de tudo isso, seu Plutão também está fazendo aspecto negativo ao seu Sol Natal, o que pode determinar o insucesso de sua investida.

Geraldo Alkmin

Pelo seu trânsito de Saturno, Alkmin se encontra na fase 03-04, que é uma fase de colheita ou “melhor” (de 04 de agosto de 2009 até agosto de 2010). Além disso, o aspecto de Plutão nesta fase reforça as facilidades que terá para superar os obstáculos que venham a aparecer em seu caminho. Nesta fase, ele deve encontrar portas abertas com muita facilidade.

Apesar disso, seu Urano passa a fazer aspectos com Sol em 2009 e 2010, o que significa que ele poderá romper de livre e espontânea vontade com o cargo, e ir em busca de outro ideal. E, caso o faça, a probabilidade de ser bem-sucedido também é muito grande.

Resumindo, Alkmin é que está na fase da vida com maior probabilidade de ganhar a eleições municipais de 2008. Caso se confirme esta previsão, ele não deve cumprir o mandato até o final, e deverá ser eleito para outro cargo já nas próximas eleições.

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SOL, Regente de 2009 https://cnastrologia.org.br/sol-regente-de-2009/ Thu, 27 Jan 2011 14:28:11 +0000 https://cnastrologia.org.br/site/?p=1036

O Sol está associado à luz que nos possibilita enxergar e conhecer, à consciência, ao LOGOS e à razão. No corpo humano rege o coração, de forma que a vida é plena em satisfações e alegrias quando vibramos como o coração pede. Ser o que se é e deixar sua marca no mundo são experiências para aqueles que permitem que sua própria luz ilumine o caminho. No ano do Sol aproveite para colocar sua criatividade para fora, procure fortalecer a auto-estima, faça coisas que te vitalizam e te tragam energia, oriente a si e àqueles que estão necessitados na direção do eu e da auto-satisfação, trate a si com dignidade, busque cada vez mais o direito de existir como ser único e diferenciado.

Sem querer desmerecer a importância do regente do ano, vale dizer que relacionar o ano a um único astro pode ser simplista e limitante. Além disso, de sete em sete anos o Sol é o Regente do ano, e mesmo que possamos relacionar os últimos anos regidos por ele (1995-2002-2009) será provavelmente de forma geral, sem entrar nos particulares. (Leia o texto completo, em anexo, contendo explicações sobre como se calcula o Regente do ano e quais são os principais movimentos planetários em 2009)

Dicas para 2009

Neste ano devemos observar a fundamentação de tudo que transmitimos, o quanto realmente sabemos sobre o que estamos falando, e levar em conta até que ponto deve-se considerar como verdadeiro o que nos é passado pelas pessoas e pelos meios de comunicação. Tudo que for negociado, discutido, criado e produzindo poderá se desmantelar se estiver usando como base discursos vazios de estrutura e viabilidade prática. No amor e nas relações pessoais a franqueza, a ousadia e a objetividade deverão sempre ser priorizadas. Caso sinta que está o tempo todo “pisando em ovos” para evitar turbulências, o melhor é desistir da relação, partido para um caminhar bem firme e direcionado para o que deseja, doa a quem doer. Escolha atitudes espontâneas mesmo quando ainda não tem muita familiaridade e, quando não sentir identidade com a pessoa em questão retire-se, pois do contrario cairá na rigidez dos comportamentos que obedecem somente aos ditames sociais. Caso a situação te force a chegar perto da hipocrisia, abra mão de ser agradável e ponha as cartas com as figuras viradas para cima na mesa. Enfim, neste ano evite a todo custo os relacionamentos e associações que são permeados por segundas intenções e melindres, por excesso de escrúpulos e formalidades, e por posturas ambíguas e indefinidas. A tensão para a ação está bem acentuada, sendo que em muitos momentos pode lhe faltar a consciência do propósito, por isto tome cuidado para não agir obedecendo ao seu passado, principalmente, às coisas mal resolvidas. Aproveite o final do ano e inicio do próximo para solucionar assuntos pendentes. Todas as dificuldades vivenciadas nos primeiros meses serão compreendidas e incorporadas como sabedoria, não tenha receio de jogar luz no seu passado e nas suas escolhas, pois somente assim poderá mudar seu significado e iniciar nova etapa de vida.

Aconselho que não resista quando sentir que o anseio de desconstruir o velho e a necessidade de estruturar o novo estão te rodeando. Por conta desta ambigüidade você viverá um ano bem dinâmico. Assim, para evitar cortes abruptos e dolorosos, como também as limitações concretas e asfixiantes, o melhor é aceitar o momento e aproveitá-lo ao máximo. Nada de rigidez, nem de deixar o caos tomar conta. Está na hora de mudar radicalmente os padrões, abrindo-se para o inusitado, porém, estabelecendo de imediato as regras e normas que irão reger o que até então não tinha sido cogitado como possível. Talvez este seja um excelente ano para acreditar com toda fé nos seus sonhos e para sonhar alto sem nenhuma restrição, a não ser quando as pretensões esbarrarem no outro de forma desrespeitosa. Poderão ser também sonhos compartilhados por duas ou mais pessoas, e não desista mesmos daqueles que dificilmente sejam realizáveis neste ano, pois este é o momento para semeá-los. Melhor será nos casos dos sonhos que são voltados para o outro, para o mundo, de hoje e o de amanhã. É um ano que se pode intuitivamente sentir o futuro acontecendo no presente.

Iniciou no ano passado e se consolida em 2009 um período de 15 anos onde se observará estruturas inquestionavelmente solidas e bem plantadas ruírem por serem ocas, pois a idéia original se perdeu em algum momento. O avesso de tudo que está formalizado e instituído estará à mostra, assim as costuras mal feitas, os pontos soltos, os acabamentos feitos a toque de caixa ficarão em destaque e, com um simples puxão tudo será desfeito. Em tudo que fizer procure cuidar para que tenha significado e muito conteúdo, demore o tempo que precisar, mas preencha cada espaço e faça com que a forma externa seja definida por sua essência.

Feliz 2009 para você e para todos nós!

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As duas posses de Barack Hussein Obama https://cnastrologia.org.br/as-duas-posses-de-barack-hussein-obama/ Thu, 27 Jan 2011 14:27:17 +0000 https://cnastrologia.org.br/site/?p=1034 A primeira posse de Barack Obama como Presidente em exercício dos Estados Unidos se deu no dia 20 de Janeiro de 2009 às 12h05m50s hora local em Wasington DC.

Os augúrios astrológicos que decorrem desta primeira posse não eram dos melhores, pois a Lua em Escorpião estava vazia de curso (void of course ou fora de curso, como tão mal foi traduzido este conceito ao português). A segunda posse de Bill Clinton também aconteceu com a Lua Vazia e ele quase sofreu impeachment por causa do escândalo sexual com a estagiária. No Brasil tivemos um exemplo curioso também, no dia da primeira posse de Lula, todos os ministros fizeram o juramento com a Lua Vazia, mas o próprio Lula foi oficialmente empossado quando a Lua já tinha ingressado no signo seguinte, prenunciando a estelar blindagem que acompanhou e ainda acompanha esta figura polêmica.

Interessante notar que uma das fortes características dos períodos de Lua Vazia é que os planejamentos, ordens e organizações raramente conseguem ser mantidos até o fim, ou de acordo com o que foi ideado originalmente. Os erros feitos durante o juramento de Barack Obama podem ser atribuídos a isto ou, talvez, dado que Obama parece pertencer a uma Loja Maçônica e quase sempre se utiliza Astrologia nestas, que Barack Obama tenha intencionalmente feito alguns erros para forçar um novo juramento oficial, no dia seguinte, que foi o que aconteceu.

A segunda posse de Barack Obama se deu no dia 21 de janeiro de 2009 às 19h35 horário local em Washington DC. Dessa vez a Lua que minguava em Sagitário se encontrava em quadratura com a oposição de Saturno em Virgem à conjunção de Vênus e Urano em Peixes. Uma boa imagem da posição de sua presidência em relação à tensão gerada entre a força inovadora que ele parece representar contra a onda conservadora e autoritária que se move nas entranhas das instituições, sem a mínima intenção de largar o poder. Porém, o Ascendente mal tinha ingressado no signo de Virgem nesse horário, muito novo para deslanchar imediatamente algum efeito produtivo. O que mais me preocupou quando vi este mapa da segunda posse foi a posição do Meio do Céu, no grau 25 de Touro, próximo à estrela Algol, que se encontra no grau 26 do mesmo signo, a qual será alcançada pela progressão do mesmo.

Barack Obama nasceu no dia 4 de Agosto de 1961, em Honolulu HI às 19h24, hora local. O planeta Marte progredido fará quadratura com seu Saturno natal, encravado na Casa XII, em Abril de 2012.

Se você estava esperando Eu dizer que a este personagem histórico caberá deflagrar uma devastação nunca antes vista, errou. Porém, não faltariam aspectos, os já enumerados, para legitimar estas ilações, mas Eu penso que quanto mais tensas e complicadas sejam as situações para quem tem Ascendente Natal no signo de Aquário e Urano em Leão na Casa VII, como é o caso de Barack Obama, mais sentido fará sua presença e mais útil se tornará sua atuação.

Tenho notado, com o passar do tempo, que a equação do destino se resolve pela oposição. Ou seja, tomando como o exemplo o mapa de Obama, se ele tem Ascendente Aquário, que é um projeto de evolução através do exercício da mente e da ideação abstrata, com seu regente Urano na Casa VII, no signo de Leão, que realiza este projeto através da diplomacia, que isto não significaria que ele iria existir no meio de situações altamente diplomáticas e equilibradas, mas que sua presença iria se inserir e fazer sentido onde a diplomacia e o equilíbrio estivessem em falta. Acho que ele atingiu o lugar perfeito para fazer sua estrela brilhar e que, sim, em abril de 2012 o mundo ficará à beira de uma catástrofe, ou mesmo que ele enfrente nos Estados Unidos a perspectiva de uma guerra civil e uma cisão definitiva deste país.

Oscar Quiroga é Diretor Técnico Suplente da CNA

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