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Lua Nova de Touro – Quando a alma ama o que faz

26 de abril de 2017 Arquivo, Artigos, Astrologia Horoscópica, Astrologia Psicológica, Ciclos Astrológicos, Comunicação CNA, Lua Nova / Lunação, Mecânica Celeste, Notas, Regional BA, Regional Campinas, Regional MG, Regional RS, Regional SC, Regional SP, Resenhas no comments

Quando a alma ama o que faz

Existe um jargão no mercado financeiro relacionado ao touro, provenientes da palavra em inglês bull. O termo bull spread é a projeção de um aumento de preço de um produto de baixo valor. Outro termo, bullish  significa esperançoso, confiante, otimista, e tem uma relação com o aumento das vendas e a valorização do produto no mercado. O touro representa justamente essa imponência, força e resistência, principalmente quando está bravo e seu movimento de ataque, de baixo para cima, indica essa ascenção. Próximo a Wall Street, Nova York, considerado um dos centros financeiros mais importantes do mundo, local também da bolsa de valores, está a escultura Charging Bull, o Touro de Wall Street (1941), criada pelo artista Arturo di Modica, que segundo o próprio artista é um símbolo de liberdade, paz e força para a economia do país.

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Lua Nova de Áries – Quando a alma quer vitória

27 de março de 2017 Arquivo, Artigos, Ciclos Astrológicos, CNA Internacional, Comunicação CNA, Lua Nova / Lunação, Mecânica Celeste, miscellaneous no comments

Quando a alma quer vitória

Áries representa o início de tudo, os impulsos mais instintivos do homem, movido puramente, num primeiro momento, pela pulsão da vida e da sobrevivência, mas em busca de algo maior. Podemos entender mais os arquétipos associados a este signo através de seu mito, Jasão e os Argonautas.

Jasão foi lançado ao mar por Pélias, seu tio, após este usurpar o trono do reino. Salvo pelos Deuses e criado pelo Centauro Quiron, Jasão vai recuperar o trono que é seu por direito ao atingir a maioridade. Pélias concorda em ceder o trono em troca do velo de ouro, a lã dourada de um carneiro mágico que salvou Frixo (príncipe da cidade de Orcômeno) de ser sacrificado às custas de uma falsa profecia, levando-o ao reino de Cólquida. Por conta de tal feito foi atribuído ao velo de ouro o dom de trazer prosperidade, riqueza e auto-realização a quem possuísse. Frixo acabou sendo morto para que o velo de ouro permanecesse no reino e seu filho Argos foi jogado ao mar mas salvo pelos Deuses. Jasão e Argos, que tiveram o mesmo destino quando crianças, ficaram amigos e Argos ajudou Jasão a realizar sua tarefa de recuperar o velo de ouro, construindo um barco para que Jasão fosse à Cólquida e depois se aventurasse nos terríveis mares em busca do velo. O barco foi batizado de Argos e seus tripulantes, a maioria heróis amigos de Jasão, os Argonautas.

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Lua Nova de Aquário – Quando a alma quer ser livre

27 de janeiro de 2017 Arquivo, Artigos, Ciclos Astrológicos, Lua Nova / Lunação, Mecânica Celeste no comments

Outro dia vi essa propaganda da Adidas que expões vários artistas e esportistas em uma montagem de imagens não linear ao som de uma versão também não convencional do clássico My Way, de Frank Sinatra, em que é lançada a frase “ORIGINAL nunca está terminado”. Coincidentemente (ou não) o comercial foi lançado virtualmente uma semana antes da Lunação em Aquário e, a meu ver, descreve muito bem o que esse novo ciclo representa.

Poderia aqui fazer uma longa dissertação a respeito da situação mundial, de como líderes mais tradicionais estão emergindo e talvez retrocedendo com suas ideias, o que também mexe com os movimentos sociais e une as pessoas a lutarem pelo progresso e evolução. Mas por mais aquariano que isso também seja, existe, a meu ver, um ponto muito mais importante e individual que esta Lunação vem trazer, bem traduzida pelo comercial e pela música e Frank Sinatra: a liberdade.

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Lua Nova de Capricórnio – Quando a alma amadurece

29 de dezembro de 2016 Arquivo, Artigos, Ciclos Astrológicos, Lua Nova / Lunação, Mecânica Celeste no comments

2016 chega à sua reta final. Foi um ano intenso e pesado para muitos conhecidos e todos agradecem ele chegar ao fim. Mas será que chegou mesmo? O quanto esse peso tem a ver com o ano em si? Afinal, o que acontece conosco é resultado de nossas escolhas. Às vezes a escolha pode partir de um terceiro que nos afeta, mas então por que afeta? Conseguimos compreender e aprender essa lição ou estaremos sempre a mercê do destino?

A realidade pode nos colocar em nossa insignificância, mas também nos faz despertar. São momentos difíceis que nos fazem perceber o quanto somos limitados, mas dentro dessa limitação existe um potencial único. O quanto estamos prontos para assumir esse potencial e arcar com nossas próprias escolhas e construir nossa realidade?

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Lua Nova de Sagitário – Quando a alma é verdadeira

30 de novembro de 2016 Arquivo, Artigos, Ciclos Astrológicos, Lua Nova / Lunação, Mecânica Celeste no comments

Este é um trecho do filme Na Natureza Selvagem (Into the Wild, 2007), baseado numa história real relatada no livro de Jon Krakauer, que descreve a vida de um jovem americano que abandonou sua família, seu diploma e seu dinheiro para viver uma aventura, livre na natureza, sem regras, numa busca por si mesmo, retomando uma conexão que acredita ter perdido ao se encaixar nos moldes da sociedade.

Sempre que penso em Sagitário, o jovem Alexander Supretramp (cujo real nome era Christopher McCandless) me vem à mente. Não pela aventura e liberdade características a este signo, mas pelo tom de busca espiritual ligada à história do protagonista. De alguma maneira, onde temos Sagitário no mapa, significa uma área onde não há limites e, por isso, um setor em que podemos nos sentir insatisfeitos, em constante busca de algo. Busca-se compreender aquela área e extrair todo conhecimento e sabedoria possível, pois só assim podemos nos conectar com o divino. Talvez, então, a busca seja pelo próprio divino, a consciência de que existe algo além, a busca pela verdade, não a que julgamos viver, pois esta verdade é limitada, mas a verdade divina, o que está por trás de todas as máscaras.

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Lua Nova em Escorpião – Quando mergulhamos em nossa alma…

30 de outubro de 2016 Arquivo, Artigos, Ciclos Astrológicos, Comunicação CNA, Lua Nova / Lunação, Mecânica Celeste 2 comments

Assim, finalmente, vi Satanás surgir diante de mim – magnífico, formado por inteiro.

Seus pés e pernas brilhantes foram os primeiros a surgir, saindo dos arbustos,

E ele ficou de pé, ereto, com sua pele negra, o nariz dilatado de paixão;

(Ele ficou à luz solar ardente e insuportável, e eu, à sombra dos arbustos);

Vinha dos seus olhos uma vigorosa e mordaz efluência, desdém por sonhos e sonhadores (ele tocou uma rocha dura e a despedaçou, produzindo o som de um trovão);

Vinha de sua carne escura uma forte influência magnética; seus grandes pés, bem formados estavam plantados com firmeza na areia – os dedos separados uns dos outros;

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Lua Nova de Libra – Quando As Almas Se Encontram – por Julio Grobel

30 de setembro de 2016 Arquivo, Artigos, Ciclos Astrológicos, Comunicação CNA, Lua Nova / Lunação, Mecânica Celeste no comments

– … Mas, se querem ouvir-me calados, posso contar-lhes um caso de minha vida, em que ressalta a mais clara demonstração acerca da matéria de que se trata. Em primeiro lugar, não há uma só alma, há duas…

– Duas?

– Nada menos de duas almas. Cada criatura humana traz duas almas consigo: uma que olha de dentro para fora, outra que olha de fora para dentro… Espantem-se à vontade, podem ficar de boca aberta, dar de ombros, tudo; não admito réplica. (…) A alma exterior pode ser um espírito, um fluido, um homem, muitos homens, um objeto, uma operação. Há casos, por exemplo, em que um simples botão de camisa é a alma exterior de uma pessoa; – e assim também a polca, o voltarete, um livro, uma máquina, um par de botas, uma cavatina, um tambor, etc. Está claro que o ofício dessa segunda alma é transmitir a vida, como a primeira; as duas completam o homem, que é, metafisicamente falando, uma laranja. Quem perde uma das metades, perde naturalmente metade da existência; e casos há, não raros, em que a perda da alma exterior implica a da existência inteira.

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LUA NEGRA – Princípios para interpretação e trânsito atual – Parte 1

3 de julho de 2011 Arquivo, Artigos, Encontro nacional, I Encontro nacional de astrologia, Regional SP Comentários desativados em LUA NEGRA – Princípios para interpretação e trânsito atual – Parte 1

Autoras: Fabiana Pizetta / Vanessa Guazzelli Paim

Palestra proferida no I Encontro Nacional de Astrologia da CNA,
Painel de Astrologia Contemporânea.
Livraria Cultura – São Paulo, 26 de março de 2011.

SINOPSE: Abordaremos os princípios que fundamentam nossa interpretação da Lua Negra em mapa natal e em trânsito, trazendo alguns exemplos e observando sua posição atual no céu, em consideração à entrada de Urano em Áries e de Netuno em Peixes.

>DOWNLOAD EM PDF DO ARTIGO COMPLETO – LUA NEGRA

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Projetos de Pesquisa

11 de janeiro de 2011 Arquivo, Pesquisa Comentários desativados em Projetos de Pesquisa

por Alexey Dodsworth

Eis que finalmente chegamos a um dos pontos que, ao que parece, mais interessam aos associados da CNA: o incentivo à pesquisa.

Antes de tudo, faz-se necessário uma reflexão sobre o que vem a ser, efetivamente, pesquisa em Astrologia. Há um equívoco que associa a idéia de “pesquisa” necessariamente à idéia de “estatística”, mas em verdade existem muitos estilos possíveis de pesquisa, conforme veremos ao longo deste artigo.

Pesquisar é um procedimento metodológico sistemático, cujo objetivo é proporcionar respostas para problemas propostos. Esta metodologia engloba várias fases que devem ser planejadas. Pesquisar não se resume simplesmente a escrever sobre um assunto que se gosta, muito embora o gosto por um determinado assunto seja condição fundamental para aquele que se dispõe a tão importante trabalho.

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Sobre a aplicação de Estatística em Astrologia: alguns comentários

14 de outubro de 2010 Arquivo, Pesquisa Comentários desativados em Sobre a aplicação de Estatística em Astrologia: alguns comentários

por Rodrigo Araês

Em março deste ano resolvi, por interesse profissional (sou professor da disciplina “Probabilidade, Estatística e Processos Estocásticos”), assistir uma aula de Estatística do prof. dr. Júlio César Rodrigues Pereira no curso de pós-graduação em cardiologia do IDPC- Instituto. Dante Pazzanese de Cardiologia. Aula muito interessante, clara e objetiva. Dr. Júlio nos contou a seguinte história:

“- Fui procurado por um médico da Santa Casa que iria defender tese de doutorado em Medicina. O motivo de sua procura foi que, por insistência do orientador, ele deveria dar um tratamento estatístico aos seus dados para torná-los mais científicos. Perguntei qual era a casuística, tempo de pesquisa e a que conclusões ele já tinha chegado. Disse que pesquisava o assunto há mais de dez anos, tinha centenas de casos e com tratamentos bem-sucedidos, pois aliava a pesquisa à prática médica. Era conhecido, no Brasil, como um dos maiores especialistas no assunto. Perguntei a ele, em seguida: `Doutor, e se a estatística mostrar que o senhor está errado?´ Sua resposta foi clara: `Doutor Júlio (os médicos e advogados sempre se tratam de doutor), isso é impossível, e, mesmo que fosse possível, nada neste mundo irá mudar o que penso depois de tantos anos de pesquisa e resultados positivos na área´. Respondi: `Doutor, não perca seu tempo com estatística (e acho que nem o dele), neste caso ela não vai provar nada. Confie mais no seu trabalho e diga ao seu orientador que o que ele está querendo é uma perda de tempo´.”

Toda a platéia riu. Dr. Júlio completou: “Não queiram tirar da estatística o que ela não pode dar. Quando o assunto se refere a seres humanos é necessário tomar muito cuidado. Vejo aplicações de estatística em trabalhos médicos que não têm sentido”.

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